Gripe A (H1N1)
Noticias sobre a evolução da Gripe A em Portugal

31
Jul 09

 
 
Caso confirmado no plantel dos juniores dos encarnados de um jogador que esteve recentemente no Brasil. Há também suspeitas de um segundo caso.
 
A gripe A chegou ao plantel de juniores do Benfica. Está confirmado um caso de contaminação da doença de um jogador que regressou recentemente do Brasil e que chegou a treinar com a equipa.

O atleta está isolado e em tratamento, com febre e sintomas da doença e as medidas de prevenção para o resto do plantel estão já activadas. 

Para além do caso confirmado, já há suspeitas de um segundo jogador infectado com gripe A no mesmo grupo de trabalho.

A possibilidade foi adiantada pelo médico dos "encarnados", Bento Leitão que, em conferência de imprensa, confirma a existência de "um segundo caso, neste momento em estudo", o que levou os responsáveis a suspender os treinos do plantel de juniores até à próxima quarta-feira.

"Para evitar mais riscos, os treinos estão suspensos até quarta-feira", explica Bento Leitão, esclarecendo que "a preocupação", agora, passa por evitar "a simultaneidade de vários jogadores" contaminados com gripe A.

Entretanto, uma garantia deixada nesta conferência de imprensa é a de que o jogador que contraiu a doença não contactou com qualquer elemento do plantel principal do Benfica.
publicado por HF às 15:27
31
Jul 09

Cerca de um terço das pessoas infectadas com o vírus da gripe A em Portugal até à data veio de Espanha, país onde a evolução da doença está a ser seguida com atenção pelas autoridades nacionais, adianta o subdirector-geral da Saúde, José Robalo.

Esta semana, uma equipa da Direcção-Geral da Saúde (DGS) esteve em Espanha e outra foi ao Reino Unido justamente para trocar informações e observar aquilo que tem sido feito nestes países que se encontram já numa fase de disseminação da doença na comunidade. Em Espanha, registaram-se até à data seis mortes (para um total estimado de mais de 1500 casos) e no Reino Unido 30 mortes (mais de 110 mil infectados). Estes países deixaram de contabilizar o número de novos doentes, ao contrário do que acontece em Portugal, que continua a apresentar uma estatística diária porque os casos ainda são na sua maior parte importados (só 10 por cento são pessoas que se infectaram no país). Ontem, foram anunciados sete novos casos (o que faz ascender a 272 o total desde Maio), mas apenas três doentes permaneciam internados.

Portugal continua, pois, numa situação confortável. “Não temos tido casos de gravidade que justifiquem internamento”, explica o pneumologista e consultor da DGS Filipe Froes, que integrou o grupo que esteve no Reino Unido. José Robalo ressalva, porém, que mais tarde ou mais cedo as situações problemáticas começarão a surgir em Portugal, à medida que o número de casos for aumentando. “Este atraso [na disseminação da doença] vai servir para aproveitar a experiência destes países [Espanha e Reino Unido] e corrigir eventuais erros”, frisa. E ganhar tempo é fulcral numa altura em que o mundo está numa autêntica corrida contra o tempo para ter disponível a vacina da gripe A.

Neste momento, pelo menos duas farmacêuticas já estão a fazer ensaios clínicos da nova vacina em humanos. A CSL Blotherapies, da Austrália, anunciou na semana passada que já iniciou a nova etapa. A Novartis Farma, sediada na Suíça, confirmou que já arrancou com os ensaios há mais de oito dias e espera “envolver milhares de pessoas”. Mas nem todas estão tão avançadas. A Baxter e a Glaxo SmithKline só devem iniciar os ensaios nas próximas semanas, apesar da Glaxo garantir que “a vacina pode ser distribuída de Setembro em diante”.

Passos pioneiros

É a primeira vez que se cria uma vacina para uma pandemia instalada. As farmacêuticas ainda não definiram muitos dos pormenores dos ensaios clínicos. Mesmo a Novartis respondeu que ainda não é “possível caracterizar pormenorizadamente a população”, mas garantiu que não vai haver testes clínicos em Portugal. Valem as linhas condutoras definidas pela agência europeia do medicamento (EMEA) emitidas em Janeiro de 2007. O documento foi produzido devido à crise originada pela gripe aviária (vírus H5N1), que assustou o mundo no ano anterior e obrigou a definir um protocolo para a produção de uma vacina. É este documento que serve de base para a actual situação.

Os objectivos dos testes clínicos são dois. Encontrar uma quantidade mínima de vacina que é necessário administrar para desencadear uma resposta imunológica sufi ciente para nos proteger da doença e testar a vacina num número sufi ciente de pessoas para garantir com segurança que não tem efeitos secundários indesejáveis. Segundo a EMEA, numa primeira fase dos ensaios, vários grupos com pelo menos 50 pessoas cada serão testados com diferentes quantidades de vacina, para se chegar à concentração ideal. Posteriormente, uma população de pelo menos três mil pessoas, com idade entre os 18 e 60 anos, será testada com essa concentração ideal para confirmar a eficácia e verificar se a substância provoca efeitos adversos.

José Robalo diz que a vacina pandémica só deve começar a ser distribuída em Portugal em Dezembro. “Pelos contactos que tenho com a EMEA, penso que antes de Dezembro não será possível termos a vacina perfeitamente autorizada para ser usada com segurança”. Para acelerar o processo de introdução no mercado da nova vacina, os países da UE centralizaram tudo na EMEA.

publicado por HF às 08:59
31
Jul 09

 

Empresas e instituições já começaram a preparar-se, mas mensagem ainda não chegou a toda a população. Por agora, não há alarme 

Nas últimas semanas, a sociedade portuguesa começou a preparar- -se para a pandemia de gripe A, mas a resposta ainda é recente e a mensagem não chegou à maior parte dos portugueses. Esta é a conclusão de Constantino Sakellarides, que lidera o Centro de Análise da Resposta Social à Gripe Pandémica.

"Tirando o interesse dos primeiros dias, logo em Abril, em Maio e Junho a resposta da sociedade foi sobretudo de indiferença e cepticismo. Mas nos primeiros dias de Julho houve uma inflexão clara, a nível das instituições", explica. O responsável atribui essa mudança a três factores: crescimento do número de doentes, aparecimento de casos numa escola, levando ao seu fecho, e divulgação da morte de uma criança aparentemente saudável em Inglaterra.

"Administração pública, associações de pais, organismos do futebol, sindicatos e empresas - todos começaram a fazer e a exigir planos de contingência. A lista é interminável", diz o director da Escola Nacional de Saúde Pública, acrescentando que todos os dias a instituição que dirige recebe pedidos de empresas para ajudar a elaborar planos. E já há organizações que exigem esses documentos aos seus fornecedores, para ter a certeza de que vão conseguir trabalhar durante a pandemia.

"É uma resposta construtiva, mas é recente e leva tempo a chegar à base. As pessoas ainda pensam que são excessos da comunicação social, ou das autoridades, ou que vai acontecer o mesmo que com a pandemia de gripe das aves, que nunca chegou a ocorrer. A ideia de que têm de se preparar tem de chegar por vários canais para passar", conclui. E quando recebem mensagens contraditórias, tudo se complica. "Há empresas que não têm planos de contingência e há outras que têm apenas papéis, que não foram discutidos nem testados. Assim, a mensagem não passa", conclui Contantino Sakellarides.

E porque é tão importante que as pessoas se convençam de que vem aí uma pandemia de gripe A e o que está em jogo? "Porque a forma como vamos enfrentar a pandemia, o resultados dos nossos esforços, depende do que as pessoas vão fazer e das suas expectativas, que têm de ser inteligentes", explica. Ou seja, a resposta da sociedade será tão fundamental como a das autoridades: e não pode ser de alarme nem de indiferença. Por isso, constitui-se um centro para estudar essa resposta e perceber como se pode intervir para melhorar a comunicação.

A monitorização é feita através do estudo das mensagens que circulam no espaço público (imprensa, Net) e de uma rede de empresas, famílias, centros de saúde e escolas que está a ser montada e será activada até Setembro.

Além disso, "como as pandemias se arrastam no tempo, as pessoas vão passando por várias fases. Não fazem aquilo que lhes dizem mas aquilo que acham melhor", acrescenta o especialista. Por exemplo, apesar de se insistir na importância de os doentes telefonarem para a Saúde 24 e não saírem de casa, nos primeiros 100 casos "a maior parte das pessoas procuraram os serviços de saúde" conta o responsável. "Isso mostrou que tínhamos de passar a mensagem de outra maneira para as pessoas perceberem", conclui.

Ontem, foram confirmados sete novos casos de infecção pelo vírus H1N1. Apenas um resultou de transmissão interna e até amanhã todos terão alta. Na quarta-feira, foi divulgado um caso numa funcionária de um call-center do grupo PT. O espaço foi desinfectado e até ao momento não há notícia de mais funcionários com sintomas. Desde Abril, registou-se no País um total de 272 casos.

publicado por HF às 08:55
31
Jul 09

 

 

O Ministério da Saúde (MS) anunciou, hoje, mais sete casos confirmados de infecção pelo vírus da Gripe A (H1N1), o que eleva para 272 o número total de pessoas infectadas em Portugal.

 

Segundo uma nota do gabinete da ministra Ana Jorge, todos os novos sete casos "estão clinicamente bem", tendo sido internadas três pessoas que deverão ter alta hospitalar nas próximas 24 horas.

O Hospital de São João, no Porto, referenciou um rapaz de 11 anos vindo do Reino Unido, um homem de 23 anos regressado do Brasil e um homem de 20 anos que corresponde a um caso de transmissão secundária.

Em Lisboa, no Hospital Curry Cabral, foram assistidos um homem de 18 anos proveniente do Brasil, um homem de 20 anos vindo de Londres, um homem de 41 anos regressado de Palma de Maiorca e uma mulher de 28 anos após passagem pela Irlanda.

Segundo o MS, desde o início de Maio, verificou-se em Portugal um total cumulativo de 272 casos confirmados de Gripe A (H1N1).

"Estas pessoas têm vindo a retomar a sua vida diária, com normalidade. Não existiu, na maioria dos casos, necessidade de internamento hospitalar", salienta o ministério naquela nota.

Lusa

 

publicado por HF às 08:51
30
Jul 09

O Ministério da Saúde (MS) anunciou, hoje, mais 17 casos confirmados de infecção pelo vírus da Gripe A(H1N1), o que eleva para 265 o número total de pessoas infectadas em Portugal. Segundo uma nota do gabinete da ministra Ana Jorge, cinco das 17 pessoas infectadas estão hospitalizadas, mas deverão ter alta entre hoje e quinta-feira.

 

Nos Hospitais da Universidade de Coimbra foi assistida uma mulher de 42 anos e um homem de 21 anos, ambos vindos de Ibiza, um rapaz de 14 anos, regressado do Reino Unido, e uma mulher de 18 anos (transmissão secundária).

Uma menina de 7 anos está a ser acompanhada no Hospital Pediátrico de Coimbra, depois de ter passado por Londres. O Hospital de Faro referenciou dois homens, ambos com 19 anos, sendo um deles um caso de transmissão secundária e o outro suspeito de transmissão terciária.

Está também a ser seguida no Hospital de São João, no Porto, uma mulher de 45 anos, após estadia em Espanha.

Em Lisboa, no Hospital Curry Cabral, foram referenciados dois casos de ttransmissão secundária, ambos do sexo masculino, de 39 e 20 anos, e dois homens, de 52 e 18 anos, vindos de Palma de Maiorca.

Por esta unidade hospitalar passaram ainda um homem de 26 anos proveniente de Londres, uma rapariga de 17 anos vinda da Alemanha, uma mulher de 24 anos regressada de Ibiza e uma mulher de 22 anos proveniente do Brasil.

No Hospital Dona Estefânia foi assistida uma menina de 6 anos, vinda de Espanha.

"Desde o início de Maio verificou-se, em Portugal, um total cumulativo de 265 casos confirmados de Gripe A (H1N1). Estas pessoas têm vindo a retomar a sua vida diária, com normalidade. Não existiu, na maioria dos casos, necessidade de internamento hospitalar", afirma o Ministério da Saúde, em comunicado.

Tamiflu em falta

Por causa da grande procura registada nas últimas semanas, o laboratório que produz o Tamiflu não tem medicamentos para entrega.

O laboratório esclarece que o Tamiflu não está propriamente esgotado, mas para já não há mais para entregar nas farmácias.

O Infarmed já tem conhecimento da situação e o laboratório assegura que o problema da falta de Tamiflu deverá estar resolvido na próxima semana.

Com Lusa

 

publicado por HF às 10:34
29
Jul 09

Dois rappers britânicos criaram música sobre como eliminar o vírus H1N1

 

 

publicado por HF às 15:31
29
Jul 09

As grávidas infectadas com o vírus da gripe A (H1N1) correm um risco quatro vezes superior ao das outras pessoas de serem hospitalizadas, indica um estudo norte-americano hoje publicado pela revista médica bitânica The Lancet.

 

 

 

 

Embora não afirmem que as mulheres grávidas são mais susceptíveis de contrair o vírus, os especialistas sustentam que, depois de infectadas, correm um risco mais elevado de complicações.

Neste trabalho, investigadores dos Centros para o Controlo e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos analisaram os primeiros 34 casos surgidos em grávidas no país, incluindo os seis que resultaram em mortes, entre Abril e meados de Junho.

Nesse sentido, recomendam que as mulheres grávidas suspeitas de terem contraído o vírus devem ser tratadas com Tamiflu (nome comercial para o fármaco antiviral Oseltamivir) o mais rapidamente possível, mesmo antes das análises confirmarem o diagnóstico de gripe, e recomendam que elas estejam entre os primeiros grupos a receberem a vacina.

Tamiflu parece seguro em grávidas e deve ser administrado

A Organização Mundial de Saúde (OMS) já tinha alertado para o risco acrescido de complicações graves nas grávidas infectadas com o vírus, mas sem recomendar a prescrição precoce de antivirais.

Para a principal autora do estudo, Denise Jamieson, dos CDC, os médicos devem agir rapidamente nos casos de grávidas infectadas, de preferência nas 48 horas seguintes ao aparecimento dos sintomas. "A mensagem é: não demorem o tratamento apropriado por estarem grávidas", vincou.

Segundo a OMS, alguns médicos mostram-se relutantes a administrar antivirais a mulheres grávidas. Todavia, embora os dados sobre segurança no uso de Tamiflu em grávidas sejam limitados, Jamieson diz que parece ser relativamente seguro.

Do total de mortes devido à gripe A, seis eram grávidas

"Nenhuma das grávidas que morreram foi tratada a tempo com antivirais. Os CDC preconizam que as mulheres grávidas suspeitas de estarem infectadas com gripe A (H1N1) sejam submetidas a um rápido tratamento antiviral", lê-se no estudo.

Dos seis casos mortais analisados no estudo, quase todos evoluíram para uma pneumonia viral antes de manifestarem problemas respiratórios agudos e foram colocados em ventiladores antes de morrerem. 

À excepção de uma mulher com asma e outra com obesidade, todas eram essencialmente saudáveis.

Das 34 grávidas infectadas analisadas no estudo, 11 foram hospitalizadas. As mulheres grávidas representam 0,62 por cento de todos os casos de doentes com gripe, confirmados ou prováveis.

O Portal de Saúde da Direcção-Geral da Saúde recomenda às grávidas com gripe A que tratem a febre, um dos principais sintomas, para manter a temperatura dentro dos valores normais, e liguem para a Linha Saúde 24 (808 24 24 24) em caso de dúvidas.

Quanto aos antivirais, refere que só devem ser utilizados sob prescrição médica e que não estão descritas complicações na grávida ou no feto com a utilização desses fármacos.

Até agora são conhecidos 248 casos de gripe A em Portugal.

publicado por HF às 15:21
29
Jul 09

As autoridades de saúde da Tailândia informaram esta terça-feira que um bebé nascido no país contraiu o vírus da gripe H1N1 enquanto estava no útero.

O bebé nasceu prematuro no sábado. Os médicos decidiram realizar uma cesariana na mãe, que estava no sétimo mês de gravidez. A mulher, com 24 anos, tinha contraído o vírus.

«O bebé está estável. Vamos agora analisar como o bebé foi infectado. Este caso de infecção de um bebé antes do parto é o único que identificamos», disse a médica Suriya Coohahrat, autoridade sanitária da província de Ratchaburi, onde a grávida foi internada.

A mãe ainda continua hospitalizada, com prognóstico reservado.

A Tailândia registou 44 mortes pela gripe H1N1 e mais de 6.700 infecções até 22 de Julho. O país detém o maior número de casos no Sudeste Asiático.

O jornal Nation informou que o Ministério da Saúde deve anunciar, no seu balanço semanal divulgado na quarta-feira, 66 mortes no país pela doença, popularmente conhecida como «gripe suína».
 

publicado por HF às 15:18
29
Jul 09

Os bombeiros profissionais não estão preparados para enfrentar casos de Gripe A. O alerta foi dado, esta quarta-feira, em Coimbra, pelo presidente da Associação Nacional de Bombeiros Profissionais.

Fernando Curto garantiu que muitas câmaras municipais fizeram os planos de contingência, mas não contaram com os bombeiros.

«Não há planos de contingência para os bombeiros profissionais e isso tem de ser revisto rapidamente», afirmou Fernando Curto.

publicado por HF às 15:13
28
Jul 09

 

 

O Ministério da Saúde anunciou hoje a existência de mais nove casos confirmados de infecção pelo vírus da gripe A(H1N1), subindo assim para 248 o número total de pessoas infectadas em Portugal.

Segundo uma nota do gabinete da ministra Ana Jorge, no Hospital de Faro foram assistidos um homem de 23 anos vindo de Marrocos e uma mulher de 18 anos regressada da Holanda.

Em Lisboa, no Hospital Dona Estefânia, está a ser acompanhada após estada em Espanha uma menina de 8 anos e um rapaz de 16 anos.

No Porto, foram referenciados pelo Hospital de São João um homem de 25 anos vindo da Irlanda, um rapaz de 14 anos regressado de Londres e duas meninas (uma de 10 meses e outra de 4 anos) que estiveram na Austrália.

De acordo com o Ministério da Saúde, regista-se ainda um caso de transmissão secundária. Trata-se de um homem de 25 anos, que está a ser acompanhado pelo Hospital Curry Cabral, em Lisboa.

"Todos estão clinicamente bem. Existe apenas uma pessoa internada, que terá alta hospitalar entre hoje e amanhã ", afirma a tutela.

Desde o início de Maio, verificou-se em Portugal um total de 248 casos confirmados de gripe A (H1N1).

"Estas pessoas têm vindo a retomar a sua vida diária, com normalidade. Não existiu, na maioria dos casos, necessidade de internamento hospitalar", acrescenta o MS.

Lusa

 

publicado por HF às 19:48
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