Gripe A (H1N1)
Noticias sobre a evolução da Gripe A em Portugal

28
Ago 09

 

 

As ministras da Saúde e da Educação anunciaram hoje as medidas do plano de contingência da gripe A para as escolas. Vai ser criada uma linha telefónica directa para os directores das escolas tirarem dúvidas com as administrações regionais de saúde. Vão ainda ser organizadas sessões de esclarecimento aos pais e aos alunos nos primeiros dias de aulas.

 

A ministra da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues, e a ministra da Saúde, Ana Jorge, estiveram na escola básica José Cardoso Pires, na Amadora, para apresentar o plano de contingência da gripe A para as escolas.

Segundo Maria de Lurdes Rodrigues, todas as escolas viram reforçados os seus orçamentos entre 600 a 2000 euros para que tenham os seus planos prontos no início do ano lectivo. No final do ano, será feito um balanço para determinar se é necessário reforçar a verba.

Maria de Lurdes Rodrigues salientou como principal medida para combater a propagação da gripe A nas escolas "a elaboração do próprio plano em que se indentificam as pessoas, as acções, as iniciativas, os procedimentos e as atitudes a tomar em cada situação de criança com sintomas de que está com gripe".

Maria de Lurdes Rodrigues já tinha adiantado esta quinta-feira que o plano inclui a criação de salas de isolamento, hoje a ministra da Saúde acrescentou que as salas são essenciais para manter o bom funcionamento das escolas e que servem para distanciar das outras crianças aquelas que tenham "sintomas suspeitos até que os pais as venham buscar".

A ministra da Educação garantiu ainda que todas as escolas estão a preparar-se para pôr em prática o plano de contingência e que "iniciativas relacionadas com o apetrachamento, com a compra dos materiais que são necessários para dispor na escola para enfrentar a gripe A" já estão previstas pelas escolas.

No decorrer da sessão a ministra deicou também "uma palavra de tranquilidade aos pais", salientando que "o trabalho de planeamento para poder acorrer a todas as situações, sobretudo as mais inesperadas" está em curso com o objectivo de fazer com que o espaço da escola permaneça "um espaço aberto que possa continuar a funcionar para todas as crianças que não são afectadas pela gripe [A]".

"O fecho das escolas será o último recurso", porque são um "espaço essencial de apoio aos alunos", sendo que esta decisão caberá sempre às entidades competentes, acrescentou a ministra da Saúde.

Linhas telefónicas e sessões de esclarecimentos

Estas linhas serão para utilização exclusiva dos directores das escolas e apenas nas situações em que estes não saibam o que fazer.

"No momento preciso que ocorram situações para as quais os directores das escolas não encontrem uma decisão fácil poderão contar com o apoio das estruturas dos Ministérios da Educação e da Saúde", que vão dispor de uma linha de telefone para ser usada exclusivamente pelos directores das escolas, garantiu a ministra da Educação.

As linhas funcionarão em articulação entre as Administrações Regionais de Saúde e as Direcções Regionais de Educação, que colocarão os directores da escola em contacto directo com o médico de saúde pública, explicou, por seu turno, a ministra da Saúde.

Do plano de contenção do vírus da gripe A nas escolas faz também parte a eleição de uma figura central em todo este processo: "um coordenador para a saúde".

"Será um professor que já existia para um conjunto de outras actividades que as escolas desenvolviam nesta área e que agora é chamado para colaborar na elaboração dos planos de contingência e a apoiar a direcção das escolas no trabalho de comunicação e informação aos pais e de apoio às actividades dos professores", explicou Maria de Lurdes Rodrigues.

Nos primeiros dias de aulas, há uma orientação dos ministérios para que ocorram reuniões com os pais para que as escolas possam ter uma oportunidade de apresentar o seu plano de contingência.

Outra orientação é para que no primeiro dia de aulas um dos tempos lectivos seja dedicado a falar da gripe, adiantou a ministra da Educação. 

publicado por HF às 16:47
28
Ago 09

Lisboa, 28 Ago (Lusa) - O Ministério da Saúde e o Ministério da Educação vão dispor de linhas telefónicas para apoiar as escolas na tomada de decisões nos casos de crianças e jovens que apresentem sintomas de gripe A (H1N1), foi hoje anunciado pela tutela.

 

 

 

 

Estas linhas serão para utilização exclusiva dos directores das escolas e apenas nas situações em que estes não saibam o que fazer, comunicaram as ministras da Saúde e da Educação, em conferência de imprensa conjunta realizada hoje numa escola da Amadora, para anunciar medidas de contenção da gripe A nas escolas.

 

"No momento preciso que ocorram situações para as quais os directores das escolas não encontrem uma decisão fácil poderão contar com o apoio das estruturas dos ministérios da Educação e da Saúde", garantiu a ministra da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues.

 

publicado por HF às 16:44
28
Ago 09

Os governos britânico e francês anunciaram esta quinta-feira que receberam as primeiras doses da vacina contra a gripe A (H1N1)

 

O Ministério da Saúde britânico anunciou que recebeu as primeiras doses da vacina para combater o vírus H1N1, estando à espera de uma autorização para começar o processo de distribuição e vacinação.

A vacina foi fornecida pela empresa farmacêutica norte-americana Baxter, mas "ainda não passou pelo processo de autorização", indicou uma porta-voz do ministério.

O fármaco deverá receber a autorização no início de Outubro "se tudo correr sem problemas", acrescentou a mesma fonte.

A ministra da Saúde francesa, Roselyne Bachelot, também anunciou esta quinta-feira a recepção das primeiras doses da vacina.

Roselyne Bachelot escusou-se a adiantar o número exacto das doses "por motivos de segurança", referindo, no entanto, que o orçamento total para os quatro laboratórios fornecedores da vacina é de "mil milhões de euros".

A par dos laboratórios confirmados anteriormente pelo governo de Paris (o francês Sanofi-Pasteur, o suíço Novartis e o inglês GlaxoSmithKline), a ministra afirmou que a França também efectuou um pedido à farmacêutica norte-americana Baxter.

França, com 94 milhões de doses compradas, é o país da União Europeia (UE) que reservou mais vacinas até agora, estando a planear vacinar toda a população.

Segundo as previsões da Organização Mundial de Saúde (OMS), a vacina contra a gripe A só começaria a ser disponibilizada pelos laboratórios em Setembro.

Países da UE enfrentam doença com planos de vacinação distintos

Os 27 Estados-membros da União Europeia (UE) vão combater a propagação da gripe A durante o Outono com diferentes planos de vacinação, apesar das tentativas para concertar estratégias contra o vírus H1N1.

Por exemplo, os planos de vacinação no Reino Unido prevêem abranger 100 por cento da população, enquanto Portugal anunciou uma pré-reserva de vacinas para 30 por cento da população, sendo o país do espaço comunitário que encomendou o menor volume de vacinas (três milhões de doses).

A Organização Mundial de Saúde (OMS) advertiu que o pior da pandemia pode estar para vir e alertou a comunidade internacional para estar preparada para enfrentar uma segunda vaga do vírus nos próximos meses.

Apesar dos 27 terem acordado, esta semana, orientações gerais para combater o ressurgimento da pandemia, cada Estado-membro está a planear vacinar diferentes grupos da população em função da política de saúde e dos recursos económicos de cada país.

Na primeira fase de vacinação, que terá lugar quando o novo fármaco estiver disponível, a partir de meados de Setembro segundo a OMS, os países da UE vão dar prioridade a três grupos da população: doentes crónicos, grávidas e profissionais do sector médico.

Estes critérios comuns são orientações e não medidas obrigatórias, uma vez que parte do princípio que vão existir vacinas suficientes para que todos os países possam imunizar, ao mesmo tempo, os grupos populacionais identificados.

Após a primeira fase, cada país poderá continuar a administrar vacinas de acordo com os seus planos nacionais.

França

Com 94 milhões de doses compradas, é o país que reservou mais vacinas até agora, estando a planear vacinar toda a população, à semelhança do Reino Unido - o país europeu mais afectado pelo novo vírus -, que prevê imunizar todos os cidadãos com 90 milhões de doses.

Os países acreditam que vão ser necessárias duas doses da vacina para imunizar todas as pessoas, mas a OMS já avisou que é preciso esperar pelos resultados dos primeiros ensaios clínicos. 

Alemanha

O país mais populoso da UE, ocupa a terceira posição no número de doses reservadas, 50 milhões, que serão utilizadas para vacinar 25 milhões de pessoas.

No entanto, as autoridades alemãs anunciaram que pretendem adquirir doses suficientes para vacinar pelo menos 65 dos 80 milhões de habitantes.
Espanha

O governo espanhol comprou 37 milhões de doses para vacinar mais de um terço da população (40 por cento).

Itália

Por seu lado, Itália reservou 24 milhões de doses e prevê vacinar, em duas fases, entre 30 a 40 por cento da população total do país, enquanto a Holanda encomendou cerca de 34 milhões de doses da vacina, que serão suficientes para imunizar todos os seus cidadãos.

Portugal

Em Portugal, continua a não haver indicações precisas sobre a chegada das seis milhões de doses encomendadas pelo Governo. A ministra da Saúde, Ana Jorge, já anunciou no entanto que Portugal deve "em princípio" adoptar a estratégia de vacinação proposta pela UE.

Lusa

publicado por HF às 12:23
28
Ago 09

 

 

A ministra da Saúde, Ana Jorge, considerou hoje "muito positivo" que as equipas de atendimento a doentes com gripe A possam vir a ser reforçadas com médicos reformados e dispensados das urgências, embora a medida não se justifique "de imediato".

 

"Não há razões para entrarem em funcionamento (esses médicos) de imediato, mas tudo tem que ser preparado" antecipadamente, afirmou a ministra.

Ana Jorge falava hoje à tarde aos jornalistas em Odemira, distrito de Beja, depois de inaugurar a segunda fase da Unidade de Cuidados Continuados daquela sede de concelho.

O secretário-geral do Sindicato Independente dos Médicos (SIM), Carlos Arroz, defendeu hoje, em declarações à agência Lusa, que os médicos reformados e dispensados das urgências podem ser uma solução para fazer face ao aumento dos casos de gripe A (H1N1).

Entretanto, a Associação dos Médicos de Clínica Geral já considerou positiva esta proposta, mas defendeu que estas soluções têm de ser "bem equacionadas".

Quanto ao bastonário da Ordem dos Médicos, Pedro Nunes, garantiu à Lusa que a proposta é "muito sensata e exequível", afirmando esperar que o Governo a coloque em prática.

Confrontada hoje pelos jornalistas sobre este assunto, a ministra Ana Jorge afirmou que o que foi sugerido pelo SIM é "muito positivo".

"Isto é de louvar nos sindicatos. Tínhamos trabalhado com eles há algum tempo sobre isso, mas o facto de virem expressamente e publicamente manifestar-se é muito bom", sublinhou.

Ana Jorge garantiu que o ministério ainda está "a trabalhar" nesta matéria, nomeadamente "a ver o enquadramento legal" da medida que, eventualmente, poderá ser necessária no caso de "haver um grande volume de doentes".

"A seu tempo serão identificadas as pessoas e também os locais",
disse, quando questionada quantos médicos reformados ou dispensados poderão vir a ser necessários.

"Neste momento, é precoce estar a falar nas condições que ainda estão a ser definidas", acrescentou, realçando, contudo, que perante a possibilidade de os médicos "também adoecerem" devido ao vírus H1N1 "é excelente" poder recorrer a "um maior leque de profissionais para trabalhar".

Lusa

 

publicado por HF às 09:26
27
Ago 09

O Ministério da Saúde do Brasil revelou hoje que o número de vítimas mortais da gripe A atingiu as 577, o que coloca o país em primeiro lugar nas estatísticas de casos fatais, nomeadamente à frente dos Estados Unidos da América.

 

As autoridades esclareceram no entanto que a taxa de mortalidade em função da população do país é de 0,29 por cento no Brasil, contra 1,08 por cento na Argentina, 0,75 por cento no Chile ou 0,67 na Costa Rica.

Segundo as estatísticas da Organização Mundial de Saúde, o Brasil é agora o país com o maior número absoluto de mortes causadas pelo vírus, seguido pelos Estados Unidos (522), Argentina (439) e México (179).

Segundo o Ministério da Saúde do Brasil, há no país 5.206 pacientes que contrairam a gripe A e que estão a ser tratados adequadamente.

Lusa

publicado por HF às 13:10
27
Ago 09

Os doentes que recusem usar máscaras nas unidades de saúde, após o diagnóstico da gripe A (H1N1), podem ser detidos e incorrerem numa pena de um a oito anos de prisão, segundo a Direcção Nacional da PSP.

 

 

Os pacientes que não adoptem as medidas de segurança activas para a gripe A "incorrem no crime de propagação de doença, previsto e punido pelo artigo 283 do Código Penal com uma pena de prisão de um a oito anos", disse à Agência Lusa o porta-voz da PSP.

Caso os doentes recusem usar máscara, o médico pode pedir ajuda à PSP, que dará "ordens claras e precisas ao paciente no sentido deste adoptar medidas de segurança activas", nomeadamente o uso de máscara de protecção.

Se a ordem for acatada, a Polícia de Segurança Pública (PSP) apenas reporta a ocorrência.

Se a recusa se mantiver, "a PSP pode deter o paciente pelo crime de propagação de doença e este fica sob detenção em unidade hospitalar de referência e em reclusão até à sua cura", explicou à Lusa o comissário Paulo Flor.

Contudo, sustentou, "estes procedimentos só são aplicados quando o diagnóstico é confirmado por testes laboratoriais".

Porém, na última semana, a ministra da Saúde, Ana Jorge, revelou que só serão realizadas análises "aos doentes cujo quadro clínico o justifique" e que a vigilância epidemiológica da gripe passou a ser feita por metodologia Sentinela (conjunto de sintomas avaliados pelos médicos).

Quando não existe confirmação da infecção "nem o médico nem a PSP têm possibilidade de manter o paciente sob detenção até que o teste seja conclusivo", explicou o responsável policial.

Nesta situação, salientou, "a PSP pode garantir as condições de segurança na abordagem ao paciente (se ainda não tiver o kit distribuído, solicita-o à unidade hospitalar que requisitou a presença policial) e tenta apelar ao bom senso do cidadão".

"A Polícia apenas pode proceder à sua identificação para posterior elaboração de auto circunstanciado da ocorrência, que será remetido ao Ministério Público", adiantou.


Lusa

publicado por HF às 12:11
27
Ago 09

O número de pessoas infectadas com o vírus da gripe A (H1N1) em Portugal atingiu os 2244 no dia 23, revela o último balanço da evolução da epidemia, divulgado hoje pelo Ministério da Saúde. A doença ainda não provocou nenhuma morte, mas dez doentes, um dos quais já teve alta, precisaram de passar pelos Cuidados Intensivos e receber ventilação.

 

 

Dos casos registados, 531 (24%) foram importados e 1713 (76%) foram contraídos por transmissão secundária ou terciária.

A maior parte (38,6%) dos doentes tem entre 20 e 29 anos de idade, situando-se a média do total dos casos nos 22,4 anos.

A outra faixa etária mais afectada situa-se entre os 10 e 19 anos (27,6% dos doentes), seguindo-se a das crianças até aos nove anos de idade (12,9% dos casos).

A maioria dos doentes (1284) é do sexo masculino e do Continente. Na Madeira verificaram-se 27 casos e nos Açores 92.

Febre, tosse, dores musculares e dores de cabeça são os sintomas comuns à maior parte dos doentes, com uma pequena percentagem com sintomas mais severos, como diarreia e vómitos e apenas 0,3% dos casos redundou em pneumonia.

Apenas cinco por cento dos afectados tinham recebido a vacina contra a gripe sazonal. Por outro lado, 32% dos infectados foram tratados com o medicamento anti-viral osiltamivir.

Em 88% dos casos, a gravidade dos sintomas foi considerada "ligeira".

Lusa

publicado por HF às 09:12
26
Ago 09

Angola registou os primeiros casos de gripe A, dois cidadãos brasileiros recém chegados ao país e dois angolanos, que viajaram recentemente para a África do Sul e para Portugal com passagem por Espanha, divulgou o Ministério da Saúde angolano.

 

Foi numa reunião regular da Comissão Interministerial de acompanhamento e prevenção da gripe A em Angola, realizada na terça-feira, que o ministro da Saúde, José Van-Dúnen, divulgou o surgimento dos primeiros casos em Angola.

O ministro adiantou ainda que as quatro pessoas infectadas estão em quarentena nas suas casas e o diagnóstico foi obtido depois de estas se terem deslocado aos serviços de saúde com sintomas.

Depois de diagnosticados estes casos, as equipas sanitárias, ainda segundo José Van-Dúnen, deslocaram-se a casa dos pacientes para fazerem um controlo mais apertado da situação.

"Não há razão para pânico", garantiu o ministro da Saúde angolano, assegurando que a comissão tem a situação sob controlo e que "as medidas são as mesmas já anunciadas: o reforço do controlo e a higiene pessoal".

Pediu, no entanto, que todos aqueles que tenham quaisquer dos sintomas divulgados se dirijam aos centros de saúde e postos médicos.

Estes são os primeiros quatro casos de gripe A em Angola, mas José Van-Dúnen lembrou que em África já estão registados mais de 3800 casos, e defendeu o aumento das campanhas de sensibilização e informação, considerando esta, a informação, como a "grande arma" contra a propagação do vírus H1N1.

publicado por HF às 14:24
26
Ago 09

O director-geral de Saúde vai hoje ao Parlamento esclarecer os deputados sobre as irregularidades da Linha Saúde 24. Francisco George deve ainda discutir o acompanhamento da gripe A. Nesta nova fase da evolução do vírus H1N1 em Portugal, o Ministério da Saúde optou por passar a semanal o balanço diário.

 

O Grupo Parlamentar de Trabalho para Acompanhamento da Gripe A, equipa constituída já depois do fim dos trabalhos parlamentares, reúne-se hoje com o director-geral da Saúde, a quem vai solicitar informações sobre o alegado mau funcionamento da Linha Saúde 24.

No passado dia 20, a presidente da Comissão Parlamentar de Saúde pediu explicações urgentes ao Governo sobre o funcionamento da Linha Saúde 24, por considerar que eventuais falhas no atendimento põem em causa o combate à propagação da gripe A.

"Se a Linha não consegue atender as pessoas que se lhe dirigem, estamos confrontados com um problema complicado, de não possibilidade de cumprimento das normas definidas pelo próprio Ministério da Saúde para controlar a propagação da doença", disse na altura à Lusa Maria de Belém Roseira.

Além da questão da Linha Saúde 24, os deputados irão solicitar ao Governo esclarecimentos e informações sobre o acompanhamento da gripe A em Portugal.

A Linha Saúde 24 (808242424) é uma iniciativa do Ministério da Saúde que visa responder às necessidades das pessoas em matéria de saúde, prestando aconselhamento e encaminhando os utentes para as instituições do Serviço Nacional de Saúde consideradas mais adequadas.


Lusa

publicado por HF às 11:25
25
Ago 09

 

 

A empresa que gere a Linha Saúde 24 vai abrir um centro de atendimento específico para casos de gripe A. O objectivo é conseguir responder às 20 mil chamadas diárias.

 

A ministra da Saúde, Ana Jorge, disse que a linha não estava a responder às expectativas e o admnistrador da empresa lembra que o contrato com o ministério não previa uma situação de epidemia.

À insatisfação dos utentes e da ministra da Saúde, o administrador da empresa que gere a Linha de Saúde 24, responde que o serviço não foi contratado para atender entre 10 a 20 mil chamadas por dia, como tem acontecido.

Para a empresa, a solução passa por fazer alguns "ajustes" ao contrato, o que implica um pagamento extra por parte do Estado.

Ana Jorge revelou na semana passada que a Linha de Saúde 24 atendeu, em alguns dias, apenas 30 por cento das chamadas realizadas quando o objectivo é que sejam atendidas, pelo menos, 85 por cento.

De acordo com o último balanço, Portugal contabiliza já 1870 casos confirmados do vírus. A ministra da Saúde prevê que 90 a 95 por cento dos futuros casos sejam casos ligeiros.

A grande maioria das infecções apresenta um quadro clínico benigno e estima por isso que a maioria dos infectados não necessite de internamento hospitalar e possa ser tratada em casa.

Ainda assim, a ministra da Saúde admite uma possível sobrecarga nos serviços de saúde a partir do Outono, mas espera que a vacina chegue a tempo de evitar a propagação da doença.

publicado por HF às 14:27
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