Gripe A (H1N1)
Noticias sobre a evolução da Gripe A em Portugal

28
Set 09

 

Foram positivamente diagmosticados com gripe A 12 estudantes de seis escolas da Amadora, tendo metade deste número sido detectado na Escola EB1 Mina de Água. Responsáveis do estabelecimentos de ensino, que nunca fecharam, garantem estar a cumprir todas as regras  de higiene incluídas no plano de contingência.

 

Os ministérios da Educação e da Saúde garantem que foram tomadas as medidas adequadas para garantir o funcionamento das escolas e que apenas uma das crianças está internada mas em estado clínico "estável".

Os Ministérios da Saúde e da Educação reafirmaram, hoje, em comunicado, o que tinha anunciado sexta-feria sobre medidas de contenção e acompanhamento destes casos.

"Tem existido um acompanhamento de proximidade por parte das autoridades de Saúde e Educação no que respeita aos casos de gripe no contexto escolar" e "as escolas têm cumprido o previsto nos seus planos de contingência e contactam os elementos da Saúde e Educação sempre que necessário".

De acordo com os dois Ministérios, "estão reunidas as condições para que as escolas do Concelho da Amadora possam continuar a desenvolver a sua actividade regular".

Com Lusa

 

publicado por HF às 13:31
27
Set 09

Uma turma da Secundária da Lagoa, em S. Miguel, ficou este domingo com as aulas suspensas, por decisão das autoridades sanitárias açorianas, depois de terem sido confirmados três casos de gripe A entre alunos.

 

Na turma em causa há ainda dois casos em análise, porém esta escola conta já com 40 casos confirmados de infecção pelo vírus H1N1.

A suspensão entre em vigor já amanhã.

publicado por HF às 22:54
26
Set 09

 

As autoridades de saúde garantem que não há razão para grandes preocupações quanto à Gripe A este domingo, dia de eleições. Por isso mesmo, não haverá medidas especiais de prevenção, além dos conselhos já divulgados.

 

No dia em que milhões de portugueses são chamados a votar, a gripe A também vai estar nas eleições. A concentração de muitas pessoas no mesmo local e a partilha de objectos - no caso concreto, das canetas para preencher o boletim de voto, significa um risco de contágio, mas que não preocupa as autoridades portuguesas.

As direcções gerais de Saúde e da Admnistração Interna fizeram uma avaliação em conjunto e concluíram que não há risco acrescido.

Ainda assim, há risco de contágio mas os conselhos são os habituais e talvez um cuidado extra: usar, por exemplo, esferográfica própria.

Os cuidados excepcionais vão para os membros das mesas de voto. Todas as mesas de voto terão soluções anti-sépticas para limpar as mãos com frequência.

publicado por HF às 23:30
26
Set 09

 

A direcção clínica do Hospital Curry Cabral (Lisboa) revelou que o homem que morreu naquela unidade foi vítima de uma pneumonia provocada pelo vírus da gripe A (H1N1).

 

O homem, de 49 anos, cuja identidade não foi confirmada pelos responsáveis hospitalares, estava internado desde 25 de Agosto e faleceu devido a uma pneumonia viral provocada pelo vírus H1N1, com falência multiorgânica, explicou a directora clínica do hospital, Conceição Loureiro, em conferência de imprensa.

Um pouco antes da conferência de imprensa da direcção clínica do hospital, o CDS-PP tinha informado sobre a morte do candidato à Câmara de Ourém Diogo Castelino Alvim, no Curry Cabral, onde estava internado após ter contraído gripe A (H1N1).

"O Dr. Diogo Alvim faleceu cerca das 13h00, no Hospital Curry Cabral, onde estava internado desde a última semana de Agosto, após ter contraído a gripe A (H1N1)", disse à Lusa candidato do CDS-PP à Assembleia Municipal de Ourém, Nuno Prazeres.

Conceição Loureiro adiantou que o homem que morreu apresentou, desde o primeiro dia de internamento, um "prognóstico muito reservado".

O director da Unidade de Cuidados Intensivos do Curry Cabral, Luís Mourão, esclareceu que a vítima, de 49 anos, não tinha nenhum outro problema de saúde.

"Este tipo de gripe - e não é só esta, também acontece com a gripe sazonal - pode dar quadros de pneumonias virais que podem ser muito graves", afirmou Luís Mourão.

Diogo Alvim terá sido "contaminado na comunidade" quando se encontrava de férias numa região balnear, precisou o clínico.

A outra doente internada no hospital, uma mulher de 32 anos que está no Curry Cabral desde 18 de Agosto, "registou uma franca melhoria", e deixou de ter ventilação assistida, acrescentou Conceição Loureiro.

Esta doente, que estava grávida quando contraiu a gripe, foi internada no hospital depois do parto. "Tenho informações de que o bebé está bem", disse Luís Mourão.

Desde o início do ano estiveram internados no Curry Cabral seis doentes infectados com H1N1, dos quais quatro tiveram alta.

A ministra da Saúde, Ana Jorge, disse aos jornalistas que "a ocorrência de mortes devido à infecção com o H1N1 é esperada" e considerou que as medidas que estão a ser tomadas são as adequadas e vão manter-se.

Na quarta-feira, um doente internado no Hospital de Santo António, no Porto, com o vírus A (H1N1) morreu com uma "infecção abdominal bacteriana e pneumonia".

No entanto, neste caso, a directora da unidade de cuidados intensivos polivalentes do Hospital de Santo António garantiu que o doente morreu com "infecção bacteriana" e não por infecção com o vírus da gripe A.


Lusa

 

publicado por HF às 23:28
26
Set 09

O candidato do CDS-PP à Câmara Municipal de Ourém, Diogo Castelino Alvim, morreu hoje no Hospital Curry Cabral, em Lisboa, onde estava internado após ter contraído gripe A (H1N1), disse à agência Lusa fonte da sua candidatura.

 

"O Dr. Diogo Alvim faleceu cerca das 13h0, no Hospital Curry Cabral, onde estava internado desde a última semana de Agosto, após ter contraído a gripe A (H1N1)", disse o candidato do CDS-PP à Assembleia Municipal de Ourém, Nuno Prazeres.

Nuno Prazeres, que lamentou o sucedido e manifestou solidariedade à família, declarou que os órgãos concelhios e distritais do partido se encontram reunidos devido a esta situação, mas não adiantou mais pormenores.

Diogo Castelino Alvim, advogado, nasceu a 17 de Julho de 1960 em Lisboa.


Lusa

 

publicado por HF às 23:24
25
Set 09

As primeiras vacinas contra a gripe A (H1N1) vão chegar a Portugal a partir de 12 de Outubro, sendo as entregas faseadas semanalmente e em proporção à encomenda total feita, anunciou hoje a farmacêutica GlaxoSmithKline.

 

Fonte oficial da empresa farmacêutica explicou hoje à Agência Lusa que as entregas vão acontecer faseadamente em todos os países que encomendaram as vacinas à GlaxoSmithKline, como aconteceu com o Governo português.

As entregas ocorrem em "proporção à encomenda total feita por cada Governo", informou.

Em Julho, o Executivo português aprovou uma verba de 45 milhões de euros para adquirir seis milhões de vacinas, que servirão para imunizar três milhões de pessoas.

A Agência Europeia para os Medicamentos (EMEA) recomendou à Comissão Europeia (CE) a autorização de duas vacinas - a Focetria (laboratório Novartis) e a Pandremrix (GlaxoSmithKline).

A CE anunciou hoje que irá "nos próximos dias, o mais rapidamente possível", autorizar a comercialização.

As autoridades recomendam a administração de duas doses da vacina, mas a mesma fonte da Glaxo prevê que possa "ser alterada a qualquer momento".

"Quando houver consubstanciação dos resultados dos primeiros ensaios clínicos, que mostraram que uma dose dá uma boa resposta imunitária: uma grande quantidade de anticorpos elevada", acrescentou.

Assim, poderia ser utilizada apenas uma dose, o que possibilitaria "imunizar mais pessoas".

A vacina poderá ser administrada a grávidas e crianças a partir dos seis meses de idade.

A mesma fonte da farmacêutica referiu à Lusa que, tal como na vacina contra a gripe sazonal, a dose da vacina contra a gripe A destinada a crianças será metade da dos adultos.

A quantidade para as crianças é de 0,25 mililitros e a vacina deverá ser administrada com um intervalo de três semanas.

Numa conferência de imprensa realizada hoje através da Internet, responsáveis da EMEA explicaram que ambas as vacinas são protótipos de vacina, que podem ser adaptados em casos de pandemia.

No caso concreto, "a estirpe de vírus H5N1 (gripe das aves) que integra ambas as vacinas recomendadas foi substituída pela estirpe H1N1", explicou a EMEA.

As vacinas devem ser administradas em duas doses, com intervalo de três semanas e podem também ser usadas em grávidas e em crianças a partir dos seis meses de idade.

A EMEA, organismo da União Europeia (UE) com sede em Londres, tem como principal atribuição a protecção e a promoção da saúde pública e animal através da avaliação e supervisão dos medicamentos para uso humano e veterinário.

A EMEA é responsável pela avaliação científica dos pedidos de autorização de introdução no mercado de medicamentos apresentados a nível da UE.

lusa

 

publicado por HF às 14:25
25
Set 09

A gripe A H1N1 causou a morte de pelo menos 3.817 pessoas em 191 países e territórios desde o aparecimento do novo vírus em Março/Abril, anunciou hoje a Organização Mundial de Saúde (OMS).

 

Aquele número representa um aumento de 331 mortes em relação ao anterior balanço, divulgado há uma semana pela organização.

O novo vírus continua a ser o vírus gripal dominante em circulação.

Segundo informações recolhidas em cerca de duas dezenas de países afectados, o H1N1 representou 76 por cento dos novos casos de gripe assinalados entre 6 e 12 de Setembro, precisou a OMS.

Lusa

 

publicado por HF às 14:23
25
Set 09

A Secretaria Regional da Saúde admitiu esta quinta-feira encerrar algumas turmas da Escola EB 2/3 da Maia, em S. Miguel, Açores, devido ao elevado número de casos de Gripe A (H1N1) ali registados

 

"Está a ser ponderada a hipótese de encerrar algumas turmas da escola", refere uma nota de imprensa, divulgada no final de uma reunião entre o secretário regional da Saúde, Miguel Correia, e os delegados de Saúde de S. Miguel.

A reunião, destinada a fazer um ponto de situação sobre a evolução da Gripe A em S. Miguel, dedicou especial atenção ao Concelho da Ribeira Grande, o mais afectado, e, em particular, à Escola EB 2/3 da Maia.

Apesar de ainda não ter sido oficialmente confirmado o número de casos registados nesta escola, tem sido registada nos últimos dias uma elevada abstenção entre alunos e docentes.

A Secretaria Regional da Saúde afasta, no entanto, a possibilidade de encerrar a escola mas salienta que a situação está a ser acompanhada com atenção pelas autoridades sanitárias e pela direcção do estabelecimento de ensino.

A decisão de encerrar uma escola tem, segundo a Secretaria Regional da Saúde, "repercussões sociais e económicas", atendendo a que, em muitos casos, obriga a que os pais tenham que ficar em casa para tomar conta dos filhos.

Nesse sentido, o executivo açoriano estima que o encerramento de uma escola implique a paralisação de 16 por cento da actividade laboral, incluindo pessoal de saúde e outros profissionais importantes no combate à Gripe A.

Relativamente à evolução da Gripe A nos Açores, o secretário regional da Saúde, Miguel Correia, considerou que é "normal e previsível".

Lusa

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publicado por HF às 10:30
25
Set 09

O presidente da Associação Portuguesa dos Administradores Hospitalares admitiu esta quinta-feira que, num cenário grave de pandemia de gripe A, poderá ter de haver "alguma reconversão" dos hospitais para responder às situações, prevendo "grandes dificuldades".

 

"Eventualmente terá de haver alguma reconversão dos hospitais no sentido de se virarem de uma forma mais significativa para o tratamento da gripe A (H1N1)", disse Pedro Lopes à Agência Lusa.

Segundo Pedro Lopes, os hospitais estão a cumprir com as determinações que a Direcção-Geral da Saúde e as Administrações Regionais de Saúde têm dado sobre a adaptação dos serviços para atender estes casos.

"Neste momento, estamos perfeitamente aptos e com capacidade para resolver as situações que têm aparecido", sublinhou o responsável.

No entanto, defende, "temos de ter as condições para que na altura em que a situação se agrave termos as condições criadas para lhe fazer face".

Para o presidente da associação, Portugal tem de estar preparado no sentido de criar um plano que também pense nessas situações em momento limite.

"Isso tem de estar pensado. Depois ter essa capacidade é outra situação", comentou, admitindo que, se a pandemia avançar para números muito elevados, vai haver "grandes dificuldades".

Para enfrentar estas situações, os hospitais terão eventualmente de se readaptar, disse.

"Isso vai implicar situações quer a nível de recursos, quer a nível de disponibilidade do hospital, que provavelmente nas situações programadas, menos graves, terá que se virar para atender as situações mais graves que a gripe A pode levantar", referiu.

Lusa

 

publicado por HF às 10:29
24
Set 09

 

A directora da unidade de cuidados intensivos polivalentes do Hospital de Santo António disse hoje que o doente internado na unidade de saúde do Porto morreu com "infecção bacteriana" e não pela infecção com o vírus da gripe A.

 

Irene Aragão confirmou que o doente que morreu quarta-feira teve contacto com o vírus H1N1, mas realçou que, quando aquele deu entrada no hospital não tinha qualquer sintoma que pudesse ser associado à gripe A.

"Afirmar que ele morreu por gripe A seria muito exagerado", corroborou o secretário de Estado da Saúde, Manuel Pizarro, presente na mesma conferência de imprensa.

No serviço do Hospital de Santo António onde o doente - de 41 anos, com transplante renal há 14 anos e em rejeição do órgão, e que tinha uma infecção abdominal de origem bacteriana - esteve internado registaram-se dois casos de gripe: um de um doente e outro de uma enfermeira, mas esta não chegou a contactar com o doente que entretanto morreu, indicou Irene Aragão.

Dia 3 de Setembro, o doente em causa foi internado no Hospital de Santo António, na sequência de um quadro de infecção com pneumonia, com prognóstico reservado.

Por precaução, acrescentou a responsável clínica, foram realizados exames laboratoriais e constatou-se que o doente tinha "serologia positiva", ou seja, que estava em contacto com o vírus.

Mais de 2200 novos casos de síndrome gripal foram diagnosticados entre 14 e 20 de Setembro, dos quais duas dezenas resultaram em hospitalizações, segundo o Ministério da Saúde.

Dos 20 doentes hospitalizados, oito estiveram em unidades de cuidados intensivos, sendo que cinco estavam internados na semana anterior.

 

publicado por HF às 11:35
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