Gripe A (H1N1)
Noticias sobre a evolução da Gripe A em Portugal
28
Jul 09

 

 

Os responsáveis do Olhanense confirmaram esta terça-feira a existência de um caso de gripe A H1N1 no plantel de futebol, detectado no senegalês Gomis, enquanto o restante grupo foi medicado e aguarda em casa pelo retomar dos treinos.

 

 

A confirmação do primeiro caso detectado no futebol português foi feita pelo chefe do departamento médico do clube, que ascendeu este ano à Liga principal de futebol, Veloso Gomes, em conferência de imprensa realizada em Faro, assegurando que as medidas de prevenção foram activadas e o plantel poder voltar aos treinos já quarta-feira.

O jogador teve queixas específicas no sábado, antes do encontro de preparação com o Portimonense, e foi imediatamente retirado do convívio com os colegas, tendo sido examinado no domingo, no Hospital de Faro.

As medidas de prevenção dos restantes agentes do emblema foram activadas, com os jogadores, equipa técnica e outras pessoas que estiveram em contacto com Gomis a serem medicados com o antivírico Tamiflu e ficando em repouso nas suas casas.

O último balanço efectuado aponta para que não haja indícios clínicos de gripe A em nenhuma outra pessoa e, se assim se mantiver a situação, a equipa poder retomar os treinos quarta-feira, disse o chefe do departamento médico dos algarvios.

Veloso Gomes não garante, contudo, que a situação esteja totalmente ultrapassada, uma vez que o período de contágio pode estender-se até sete dias, levando a que só no final da semana Gomis possa ter alta médica.

Os responsáveis do clube desconhecem porém de que forma o jogador entrou em contacto com o vírus, mas terá sido em território nacional, uma vez que Gomis, que reforçou o Olhanense esta época, se encontra em Portugal há quase um mês.

Equipas de futebol são grupos de alto risco

Veloso Gomes disse que a equipa médica do clube algarvio preparava para esta semana uma sessão de esclarecimento com o plantel e outros agentes do clube para lhes dar informação sobre a gripe A.

O médico aproveitou a ocasião para lembrar que os jogadores de futebol são um grupo de alto risco em virtude da intensidade dos contactos e deixou um alerta para a Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP).

"Já houve casos em outras competições e nos Jogos da Lusofonia, mas a tendência é para aumentar. As entidades que gerem o desporto têm de se preparar para casos em que vários atletas de uma equipa possam ser atingidos pela gripe A", disse Veloso Gomes. 

Hermínio Loureiro aguarda reunião com Ministra da Saúde

O presidente da Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP), Hermínio Loureiro, manifestou-se preocupado com o caso de gripe A confirmada no jogador Gomis, do Olhanense

"Há já algum tempo manifestámos a nossa preocupação sobre essa matéria, mas ainda aguardamos resposta por parte da Ministra da Saúde, do Governo ou de alguém com responsabilidade nessa área", disse Hermínio Loureiro.

O dirigente referiu que a Liga "está internamente a procurar criar mecanismos que permitam evitar situações de risco" e que "permitam encontrar as melhores soluções para ultrapassar eventuais problemas"

Hermínio Loureiro entende que "as pessoas andem preocupadas com outras questões", mas reformulou o desejo de que a reunião tenha lugar, até para saber se o plano desenvolvido internamente está de acordo com o exigido.

Lusa

publicado por HF às 17:45
28
Jul 09

Os portugueses na Argentina estão a tomar as precauções recomendadas pelas autoridades sanitárias contra a gripe A H1N1 e a viver o seu dia-a-dia normalmente, garantiu hoje António Canas, conselheiro das Comunidades Portuguesas (CCP).

 

"A nossa comunidade está totalmente inserida, fazendo parte do que é a comunidade argentina. Temos a mesma preocupação de todos no país (em relação à gripe A H1N1). No dia-a-dia, estamos a viver dentro da normalidade, mas com alguns cuidados, sobretudo aqueles que são transmitidos pelas autoridades sanitárias da Argentina", declarou à Agência Lusa António Canas.

"Somos uma comunidade pequena, entre 8 a 10 mil pessoas, conhecemo-nos uns aos outros e não tenho notícia de casos da gripe (A H1N1) entre os portugueses", referiu o conselheiro.

António Canas explicou que o país enfrenta agora o Inverno, mas não vê grande diferença entre a gripe A H1N1 em relação a outras doenças que actuam neste período do ano, sobretudo as que atacam os idosos.

"Dentro da comunidade, algumas festas e reuniões em clubes foram momentaneamente suspensas. Entretanto, eu vejo no dia-a-dia que estamos a retomar a vida normal (na sociedade argentina), os espectáculos públicos, por exemplo, estão a voltar à normalidade", garantiu o conselheiro.

"Penso que há um pouco de política e um pouco de querer fazer parecer mais do que realmente é esta pandemia", indicou Canas.

Também o primeiro secretário da embaixada portuguesa na Argentina, Bruno Paes Moreira, declarou não ter conhecimento de portugueses infectados pela gripe A H1N1.

"Houve uma certa preocupação, não só dos portugueses, mas de toda sociedade argentina no final de Junho e início de Julho, quando o número de mortes aumentou. Entretanto, neste momento, as pessoas já estão tranquilas", referiu à Lusa o diplomata.

Segundo Bruno Paes Moreira, "as pessoas estão informadas sobre a doença, seguem as instruções das autoridades de saúde da Argentina e levam a sua vida normalmente".

A Embaixada disponibiliza informações sobre a gripe A H1N1 no seu sítio online, indica entidades de saúde que podem ser procuradas no caso de suspeita de contágio e uma linha telefónica para informações.

"Estas informações são, sobretudo, para os portugueses que estão há pouco tempo na Argentina, como estudantes e quadros de empresas", indicou o diplomata, acrescentando que, no geral, "a comunidade portuguesa já está perfeitamente inserida na sociedade argentina".

A página electrónica da embaixada portuguesa solicita também que os cidadãos portugueses residentes na Argentina façam a actualização dos seus contactos junto da secção consular ou que procedam à sua inscrição no consulado.

O ministro da Saúde argentino, Juan Manzur, considerou que a epidemia de gripe A H1N1 começou a decrescer no país, estimando em até 35 por cento a redução das consultas, hospitalizações e casos críticos nas últimas semanas.

A Argentina é o país com o segundo maior número de mortes causadas pela gripe A - só ultrapassada pelos Estados Unidos, que já registou cerca de 300 mortes -, contabilizando 185 vítimas mortais e mais de três mil infectados pela doença.


Lusa

publicado por HF às 11:32
28
Jul 09

O caso foi detectado no passado domingo. O jogador em causa foi ao hospital, fez exames e encontra-se em repouso. Todo o plantel foi ontem medicado no Estádio José Arcanjo.

Foi detectado um caso de gripe A num jogador do plantel do Olhanense, cujo nome não se divulga por questões de protecção do atleta.

Segundo fontes de A BOLA, os sintomas foram detectados anteontem e o futebolista deu imediatamente entrada no Hospital Distrital de Faro, onde fez exames. Saiu no próprio dia, com um caso considerado estável e sem motivo para preocupações adicionais.

O clube não confirma oficialmente o caso, porém ontem a sessão de treino que estava prevista para o Estádio Municipal de Loulé, às 17 horas, foi cancelada.

O chefe do departamento médico do Olhanense, Veloso Gomes, também nada confirmou e limitou-se a dizer o seguinte em declarações recolhidas por A BOLA: «Nós entendemos, devido à gripe, tomar apenas algumas medidas preventivas».

Toda a gente no estádio
Ontem, todos os jogadores do plantel do Olhanense foram chamados ao Estádio José Arcanjo, precisamente para que tomassem medicação adequada contra a gripe.

Relembre-se que até ao dia de ontem, segundo dados divulgados pelo Ministério da Saúde, foram já detectados 239 casos de gripe A (h1n1) em território nacional, dois deles no Algarve.
 

publicado por HF às 11:26
28
Jul 09

O número de pessoas infectadas em Portugal com o vírus da gripe A (H1N1) subiu para 239, depois de nas últimas 24 horas se terem confirmado sete novos casos, indicou o Ministério da Saúde.

Os doentes estão clinicamente bem e nenhum tem necessidade de ficar internado.
 

Destes sete casos, dois correspondem a pessoas que não saíram de Portugal e foram infectadas pelo H1N1 através de uma contaminação secundária. Os outros cinco estiveram no estrangeiro.

Desde Maio foram confirmados em Portugal 239 casos de gripe A.

publicado por HF às 11:24
27
Jul 09

A crise e a possibilidade de contágio da Gripe A (H1N1) não levam os portugueses a desistir das férias, antes pelo contrário.

De acordo com a Associação Portuguesa das Agências de Viagem e Turismo (APAVT), citada pela Lusa, no mês de Junho verificou-se «uma procura de viagens de férias que excedeu as expectativas do sector», com um número que mais do que duplicou no que refere ao número de portugueses que viajaram no mesmo período do ano passado para Cabo Verde e Marrakech, em Marrocos, entre outros destinos no exterior.

Os feriados de 10 e 11 de Junho poderão ter sido o motivo deste crescimento.

publicado por HF às 17:05
27
Jul 09

Um homem de 53 anos que estava internado com gripe A em Valência morreu esta segunda-feira, aumentando para seis o número de mortes provocadas pelos vírus H1N1, em Espanha, segundo informa o El País.

A vítima estava a alguns dias internada na Unidade de Cuidados Intensivos em estado «muito grave», indicaram as autoridades de Saúde sem, no entanto, adiantarem mais dados.

Esta é a sexta morte em Espanha e a segundo em Valência.

publicado por HF às 13:41
27
Jul 09

Os casos confirmados em Portugal de Gripe A H1N1 atingiram os 232 depois de nas últimas 24 horas terem sido anunciados mais 14 situações de infecção. De todos estes casos a grande maioria já regressou à sua actividade normal conforme refere o Ministério da Saúde na sua última informação.

 

Portugal registou nas últimas 24 horas mais 14 casos confirmados em investigação laboratorial de infecção pelo vírus da Gripe A H1N1, o que eleva para 232 o total de casos atestados laboratorialmente no nosso país desde o passado mês de Maio.

Quanto aos últimos casos anunciados estes estão a ser seguidos em Faro, no Porto, em Lisboa e também na cidade do Funchal.

No Hospital de Faro entrou um rapaz de 12 anos proveniente de Palma de Maiorca, um homem de 20 anos regressado da Holanda e duas crianças, de 9 e 12 anos, estas turistas oriundas do Reino Unido.

Já no Hospital de São João, no Porto, foram referenciados quatro casos: um rapaz de 14 anos chegado do Brasil, um homem de 41 anos regressado da Alemanha, um bebé de um ano que esteve na Austrália e uma criança de 10 anos que regressou recentemente da Suíça.

Também na cidade do Porto, mas com entrada no Hospital de Santo António, está a ser acompanhado um homem de 22 anos, ainda sem indicação da sua origem.

Em Lisboa, no Hospital Curry Cabral, está a ser assistido um homem de 19 anos, após ter passado por Palma de Maiorca, enquanto no Hospital Dona Estefânia estão a ser seguidos três casos: a primeira uma menina de 12 anos vinda de Palma de Maiorca, a segunda uma menina de 9 anos regressada de Londres e a terceira uma menina de 6 anos, após passagem por Espanha.

No Centro Hospitalar do Funchal, na Madeira, foi referenciado um homem de 20 anos, que regressou de Londres.

 

publicado por HF às 08:38
26
Jul 09

As crianças devem ficar em casa nas fases em que a pandemia de gripe registe "muitos casos", mas como "isso nem sempre é possível" o investimento deve passar por prevenir a transmissão do vírus nas escolas, defende uma especialista.

 

Maria João Rocha Brito, infecciologista pediátrica e membro da direcção da Sociedade Portuguesa de Pediatria (SPP), explicou à Agência Lusa que "a situação ideal" nas fases em que se registem muitos casos de gripe A H1N1 é manter as crianças em casa.

Contudo, reconheceu a especialista, "as pessoas têm de ir trabalhar". Nessas situações, sugeriu, o investimento deve dar-se nas escolas, creches e infantários, nomeadamente através de procedimentos que estão a ser recomendados pela Direcção-Geral da Saúde (DGS).

Afastar as crianças de possíveis fontes de contágio não é uma tarefa fácil, disse Maria João Rocha Brito. "Estamos a falar de crianças, de abraços e beijinhos, de chupetas e brinquedos", afirmou, acrescentando que estes são actos que podem significar contacto com o vírus.

A especialista lembrou que o vírus é viável nas superfícies entre duas a oito horas e, em alguns casos, até dez horas.

Por essa razão, defendeu, cabe aos adultos, pais, educadores e profissionais assumir uma posição de cidadania e não irem trabalhar quando estiverem doentes, nem levar as crianças para a escola quando estas estiverem doentes.

Grupo de maior risco

De acordo com Maria João Rocha Brito, as crianças abaixo dos dois anos representam o grupo de maior risco, principalmente com menos de um ano, pois são estas que, habitualmente, são internadas devido a complicações com a gripe sazonal.

Sublinhando o pouco que se conhece desta doença, a infecciologista adiantou que a mesma não tem dado "grande motivo de preocupação" para as crianças, mesmo as mais pequenas.

Temos tratado a gripe A H1N1 como uma "doença ligeira a moderada", disse, lembrando que, em muitos casos, são os sintomas que estão a ser tratados, o que significa que nem sequer estão a receber anti-virais.

"Tratamos os sintomas, damos líquidos a beber e aliviamos a febre", frisou.

A especialista sublinha, no entanto, que os casos serão avaliados consoante os padrões da doença que se registem.

Entre 25 de Abril e 20 de Julho, a média etária dos casos de gripe A H1N1 em Portugal foi de 24,1 anos, sendo a do sexo feminino de 27,8 anos e a do sexo masculino de 21,6 anos.

Segundo a DGS, apenas 3,4 por cento dos indivíduos apresentam idade igual ou superior a 60 anos, 20,7 por cento dos casos correspondem a crianças com idade inferior a 10 anos e 31 por cento são referentes a indivíduos com idade igual ou inferior a 18 anos.

Uma larga maioria dos casos (91,3 por cento) dos casos é referente a indivíduos com uma idade igual ou inferior a 50 anos.

Lusa

 

publicado por HF às 18:58
26
Jul 09

A gripe A H1N1 chegou ao Palácio de Buckingham, residência oficial em Londres da rainha Isabel II de Inglaterra, onde dois empregados contraíram o vírus, ainda que a Família Real não tenha sido afectada até ao momento.

 

Um terceiro caso registou-se no Castelo de Windsor, residência de fim de semana de Isabel II nos arredores da capital britânica, informa hoje o "News of The World".

Por isso, a Rainha, de 83 anos, ordenou medidas estrictas de limpeza dos palácios reais, ao mesmo tempo que os empregados e assessores devem seguir os conselhos do Serviço Nacional de Saúde (NHS) para evitar a propagação da enfermidade.

Uma das pessas infectadas no Palácio de Buckigham trabalha no serviço de refeições, confirmou ao diário uma fonte próxima da realeza.

"Dada a velocidade com que o vírus se pode espalhar, é importante que qualquer pessoa com os sintomas, sobretudo junto às cozinhas, deve manter-se afastada", disse a fonte citada.

"Pelo facto de trabalharmos onde trabalhamos, não nos livramos da gripe A e todo o mundo deve tomar precauções. A última coisa que queremos é contagiar a Rainha ou o duque de Edimburgo", acrescentou a fonte.

O chamado "Serviço Nacional para a Pandemia de Gripe", em que trabalham 1.500 pessoas com possibilidade de outras 500, poderá atender mais de 200.000 chamadas por dia, para além de atender também pela internet.

O governo britânico assegurou que a vacina contra a gripe AH1N1 começara a estar disponível a partir de Agosto e que para finais do ano haverá doses para 30 milhões de pessoas.

Lusa

 

publicado por HF às 18:40
26
Jul 09

O Ministério da Saúde (MS) anunciou este sábado a existência de mais vinte casos confirmados de infecção pelo vírus da Gripe A (H1N1), subindo assim para 218 o número total de pessoas infectadas em Portugal.

 

Segundo uma nota do gabinete da ministra Ana Jorge, estão a ser seguidos no Centro Hospitalar do Funchal, Madeira, um homem de 23 anos, um menino de 11 anos e uma menina de 4 anos, provenientes da Venezuela, bem como uma rapariga e um rapaz de 14 anos procedentes de Espanha.

No Hospital Dona Estefânia, em Lisboa, foram referenciados sete casos: um rapaz de 14 anos, um menino de 6 anos e uma menina de 11 anos, vindos do Reino Unido, uma menina de 5 anos, um menino de 8 anos e um rapaz de 15 anos, regressados de Espanha, e ainda uma menina de 6 anos, após passagem pelo Brasil.

No Hospital de Faro estão a ser assistidos dois homens, de 20 e 23 anos, vindos de Espanha.

Um menino de 3 anos foi referenciado pelo Hospital Pediátrico de Coimbra, após estadia no Reino Unido.

Foram referenciados pelo Hospital de São João, Porto, um homem de 32 anos, procedente de Ibiza, uma mulher de 37 anos, vinda do Canadá, e um menino de 11 anos regressado da Suíça.

No Hospital Curry Cabral, em Lisboa, foram assistidos um homem e uma mulher, de 47 e 45 anos, respectivamente, vindos de Palma de Maiorca.

"Desde o início de Maio, verificou-se em Portugal um total cumulativo de 218 casos confirmados de Gripe A (H1N1). Estas pessoas têm vindo a retomar a sua vida diária, com normalidade", afirma o Ministério da Saúde.

publicado por HF às 13:13
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