Gripe A (H1N1)
Noticias sobre a evolução da Gripe A em Portugal
25
Ago 09

Tamiflu side effects children

 

More than half the children in England taking the swine flu drug Tamiflu suffer side-effects such as nausea, insomnia and nightmares, researchers have found.

Two studies from the Health Protection Agency (HPA) show a high proportion of schoolchildren reporting problems after taking the antiviral drug.

Data was gathered from children at three schools in London and one in the south-west of England who were given Tamiflu to try and stop them developing swine flu after classmates became infected.

The researchers behind the study said while children may have attributed symptoms to the use of Tamiflu that were actually due to other illnesses, "this is unlikely to account for all the symptoms experienced".

Their research, published in the medical journal Eurosurveillance, looked at side-effects reported by 11 and 12-year-old pupils in a secondary school that was closed for 10 days after a pupil was confirmed to have swine flu after a holiday in Cancun, Mexico.

Of the 248 pupils involved in the study, 51% reported side-effects, including nearly a third (31.2%) who felt sick, nearly a quarter (24.3%) who suffered headaches and more than a fifth (21.1%) who had stomach ache.

 

 

The researchers said "likely side-effects were common" and the "burden of side-effects needs to be considered" when deciding whether to give Tamiflu to children as a preventative measure.

The researchers concluded that a "high proportion of school children may experience side-effects of oseltamivir (Tamiflu) medication".

Another study, also published by Eurosurveillance, found that more than half of 85 children in three London schools had side-effects when given the drug as a preventative measure after a classmate was diagnosed.

Of the 45 children who suffered side-effects, 40% reported gastrointestinal problems including nausea, vomiting, diarrhoea, stomach pain and cramps, while 18% reported a "neuropsychiatric side-effect" such as poor concentration, inability to think clearly, problems sleeping, feeling dazed or confused, bad dreams or nightmares and "behaving strangely".

The research was carried out in April and May – before the government decided to stop using Tamiflu preventatively. Only those with suspected or confirmed swine flu now get the drug.

Clinical trials have shown that around 10% of people taking Tamiflu report nausea without vomiting, and an extra 10% experience vomiting, according to the researchers.

The government's chief medical officer, Sir Liam Donaldson, said Tamiflu should still be given to children if they had established symptoms and there were no existing medical reasons not to prescribe the drug.

He told BBC Radio 4's Today programme: "All drugs do have side-effects. It is always a case of deciding the balance between benefiting a patient from a treatment and the side-effects.

"Most of the side-effects are relatively minor – a degree of nausea, a bit of a tummy upset, the sort of thing you get quite often with antibiotics.

"If we look at the rate of admissions to hospital, it has been the under-fives who have had a very much higher rate of hospitalisation.

"It isn't common but when it does happen, it can happen amongst the youngest age groups."

A spokesman from the Medicines and Healthcare Products Regulatory Agency (MHRA) said it was monitoring reported side-effects by GPs and the public.

Between 1 April and 23 July the MHRA received a total of 150 reports of 241 suspected side-effects for Tamiflu and five reports for another antiviral, Relenza.

A Department of Health spokeswoman said: "As is the case with many medicines, nausea is a known side-effect of Tamiflu, in a small number of cases.

"Symptoms may lessen over the course of the treatment, and it may help to take Tamiflu either with or immediately after food, and drinking some water may also lessen any feeling of nausea."

A statement from Roche, which manufactures Tamiflu, said the contribution of Tamiflu to neuropsychiatric events "has not been established".

But three years ago the pharmaceutical company wrote to US doctors warning that "people with the flu, particularly children, may be at an increased risk of self-injury and confusion shortly after taking Tamiflu and should be closely monitored for signs of unusual behaviour".

The move followed a 10-month review by the US Food and Drug Administration, which found 103 cases of "neuropsychiatric adverse events", including the deaths of a 17-year-old boy who was killed after jumping in front of a truck and a 14-year-old boy who fell after climbing on a balcony railing.

More than two-thirds of the 103 cases occurred in children, and most were in Japan, then the biggest consumer of Tamiflu.

The government says about 150,000 people in England have received Tamiflu via the National Pandemic Flu Service, which was launched last week.

publicado por HF às 03:05
24
Ago 09

O governo regional de Madrid informou hoje que uma pessoa morreu num hospital da capital devido a problemas relacionados com a gripe A (H1N1), elevando para 16 o número de mortos pela epidemia, em Espanha.

 

Por desejo da família, o governo não relevou qualquer dado sobre identidade da vítima, incluindo o hospital onde o falecimento ocorreu.

Esta é a terceira morte devido à gripe A (H1N1) em Madrid e a 16 em Espanha.

Lusa

publicado por HF às 12:11
23
Ago 09

 

 

A Organização Mundial de Saúde (OMS) apelou este domingo para se preparar para o choque da segunda vaga do "caprichoso" vírus da gripe A H1N1, quando o hemisfério Norte avança para as estações frias, mais propícias à propagação da doença.

 

A gripe A H1N1 até ao momento matou 1.800 pessoas

"Não podemos dizer se o pior já passou ou se está prestes a chegar", advertiu a secretária-geral deste organismo, que participa num simpósio sobre a doença em Pequim.

A responsável advertiu que o planeta precisa de "estar preparado para todas as surpresas que lhe reserva este novo vírus caprichoso", acrescentando que "é preciso estar preparado para uma segunda ou mesmo uma terceira vaga como se viu em anteriores pandemias".

Face à aproximação do Outono, os países do hemisfério Norte passam a estar na linha da frente da propagação do vírus, que entretanto recua já nas zonas temperadas do Sul, onde se impôs durante o Inverno austral.

A OMS reconhece que a onda de choque do vírus espalha-se a uma velocidade fulgurante, ao ponto de suplantar a gripe sazonal.

Após a sua primeira aparição em Março, esta nova gripe já se propagou por 177 países, matando 1.799 pessoas e contaminando mais de 182 mil, segundo uma estimativa que a própria OMS considera estar subavaliada.

publicado por HF às 12:14
21
Ago 09

A directora da Organização Mundial de Saúde (OMS), Margaret Chan, pediu hoje à comunidade internacional para se preparar para uma provável segunda vaga de gripe A (H1N1), como aconteceu em pandemias anteriores.

 

"Não podemos dizer se o pior já passou ou se está ainda por chegar", declarou Chan numa mensagem de vídeo difundida em Pequim, na abertura de um simpósio sobre a gripe na Ásia-Pacífico.

"Devemos estar preparados para qualquer surpresa que nos reserve este novo vírus caprichoso...o mecanismo de sobrevivência do mundo microbiano caracteriza-se por uma mutação constante e imprevisível", acrescentou.

"Devemos também preparar-nos para uma segunda ou mesmo uma terceira vaga, como assistimos nas pandemias anteriores", prosseguiu Margaret Chan.

Apelou também para que o problema do fornecimento das vacinas seja abordado "de frente", quando mais de duas dezenas de laboratórios farmacêuticos em todo o mundo estão a desenvolver vacinas seguras e eficazes.

"Precisamos de recolher opiniões sobre os grupos prioritários para uma protecção inicial", afirmou.

"É uma das decisões mais difíceis que os governos terão de tomar, sobretudo porque o abastecimento será extremamente limitado durante vários meses", sublinhou.

Intervindo na reunião, o director da OMS para o Pacífico Ocidental, Shin Young-soo, afirmou que haverá em breve um período de maior disseminação do vírus e que a maioria dos países poderá assistir à duplicação do número de casos de três em três ou de quatro dias durante vários meses até ser alcançado o pico da transmissão.

"Num determinado ponto, parecerá haver uma explosão nos números de casos", previu Shin. "Haverá certamente mais casos e mais mortes".

Disse ainda que os governos terão de agir rapidamente para educar o público, preparar os seus sistemas de saúde para tratar os casos mais graves e proteger os considerados mais vulneráveis para prevenir mortes desnecessárias.

A OMS anunciou no princípio da semana que os países do hemisfério norte encomendaram mais de mil milhões de doses da vacina contra a gripe A (H1N1) aos laboratórios farmacêuticos, que só poderão fornecer uma quantidade limitada no princípio do Outono.

Gripe A já matou perto de 1800 pessoas

O vírus H1N1 matou até agora 1.799 pessoas no planeta, a maioria das quais no continente americano, desde o seu aparecimento em finais de Março, segundo os últimos dados da OMS.

No total, 170 países têm casos confirmados desta nova gripe, que a 11 de Junho foi declarada pela OMS a primeira pandemia do século XX1.

A OMS previu anteriormente que 2 mil milhões de pessoas possam ser infectadas nos próximos dois anos, ou seja cerca de um terço da população mundial.

A última pandemia - a gripe de Hong Kong de 1968 - matou cerca de um milhão de pessoas, sendo que a gripe comum mata entre 250 mil e 500 mil pessoas por ano.



Lusa

publicado por HF às 09:32
21
Ago 09

O vírus da gripe A foi detectado em perus de quintas chilenas, naquela que foi a primeira vez que esta doença foi detectada em animais que não sejam porcos. As autoridades dizem que o vírus não se espalhou a outras partes do país.
 

As autoridades chilenas detectaram o vírus da gripe A em perus em duas quintas a 120 quilómetros da capital Santiago, naquela que foi a primeira vez que esta doença foi detectada em animais que não sejam porcos.

 

Estas quintas, perto da cidade portuária de Valparaiso, foram colocadas em quarentena a 13 de Agosto depois de terem sido detectadas anomalias nos ovos produzidos por estes perus, que depois se verificou verem devidas ao vírus da gripe A.

 

As autoridades não esclareceram quantos animais foram infectados com este vírus, mas afirmaram que não existem provas de que este se tenha propagado a outras partes do país.

«Pedimos ao público que consuma peru com confiança», afirmou a agência agrícola chilena SAG, que garantiu que não foi descoberta a presença do vírus da gripe das aves nestes perus.

 

publicado por HF às 09:30
21
Ago 09

Portugal registou nas últimas 24 horas 115 casos de infecção pelo vírus H1N1, elevando assim para 1872 o número de doentes com gripe A no País desde Maio.

 

Os números foram divulgados esta sexta-feira, em conferência de imprensa, pela ministra da Saúde, Ana Jorge, que revelou ainda que, a partir de hoje, apenas os casos considerados graves serão alvo de testes laboratoriais e de internamento hospitalar. Os restantes, serão tratados em Centros de Saúde, preparados “à medida das necessidades de cada região”.
De acordo com a ministra, o objectivo é “tratar os sintomas gripais” independentemente de serem de gripe A ou sazonal.
 
Actualmente, existem nove casos com prognóstico reservado, entre os quais uma grávida que contraiu o vírus e foi ‘obrigada’ a ter o bebé dois meses antes do tempo previsto. A criança encontra-se internada no Hospital Dona Estefânia, em Lisboa, enquanto a mãe recupera no Hospital Curry Cabral.
 
Questionada sobre a eficácia da Linha Saúde 24, reforçada hoje com mais profissionais de enfermagem,  Ana Jorge afirmou que são recebidas cerca de nove mil chamadas e atendidas com sucesso cerca de três mil.
publicado por HF às 09:27
21
Ago 09

Luís Filipe Borges é o primeiro apresentador da televisão portuguesa com gripe A. O rosto das sextas-feiras do ‘5 para a Meia-Noite’, RTP 2, suspeita ter sido infectado em Lisboa, após uma noite "de copos" antes de viajar para Angra do Heroísmo, Açores, onde se encontra. "Estou em prisão domiciliária no meu quarto de infância", brinca o apresentador e guionista que teve a confirmação da doença na quarta-feira, após ligar para a Linha 24 e ser internado no Hospital de Angra. Bem-disposto, apesar do "incómodo da máscara que é sufocante", Luís Filipe desdramatiza a doença e aconselha: "Há que estar atento aos sintomas. Os cuidados a ter são o isolamento, a toma do Tamiflu e o uso de máscara quando estou em contacto com a família. No hospital até me deram uns sacos para os sapatos e as mãos..."

 

publicado por HF às 09:23
20
Ago 09

publicado por HF às 20:34
20
Ago 09

Uma mulher grávida de sete meses passou por três hospitais até ser diagnosticada com gripe A. O São Francisco Xavier, primeiro hospital por onde passou a paciente, rejeita culpas e aponta responsabilidades à Linha Saúde 24 no erro de diagnóstico. A criança acabou por nascer prematuramente e ambas estão sob vigilância médica no Hospital Dona Estefânia.

 

A mulher tinha regressado de Angola na semana passada e deslocou-se ao Hospital São Francisco Xavier após manifestar os primeiros sintomas.

Foi depois ao Hospital Amadora-Sintra, onde lhe foi receitado Ben-u-ron.

A mulher acabou por desenvolver uma pneumonia que a levou para o Hospital da Luz, onde seria então diagnosticada com gripe A H1N1 e reencaminhada para o Hospital Curry Cabral.

O Director de Obstetrícia do Hospital São Francisco Xavier descarta responsabilidades dos seus serviços e aponta falhas da Linha Saúde 24 no que respeita ao erro de diagnóstico.

 

publicado por HF às 19:28
20
Ago 09

A empresa responsável pela gestão da Linha Saúde 24 apresentou ontem ao Governo "propostas" para aumentar a capacidade de resposta do serviço que começarão a ser aplicadas "de imediato", disse à agência Lusa fonte do Ministério da Saúde.

 

O director-geral da Saúde, Francisco George, e o responsável da empresa Linha Cuidados de Saúde (LCS), Artur Martins, estiveram ontem à tarde reunidos cerca de duas horas depois de a ministra Ana Jorge ter acusado a empresa de incumprimento do contrato firmado para a gestão da Linha Saúde 24.

Nesse encontro, "a entidade privada responsável pela gestão da Linha Saúde 24 apresentou propostas para aumentar a capacidade de resposta e cumprir os valores contratualizados", explicou fonte do gabinete de imprensa do Ministério de Ana Jorge, acrescentando que essas propostas serão "aplicadas de imediato" e que será feita uma avaliação das mesmas "num breve espaço de tempo".

 

Ministra acusa empresa de não cumprir contrato

Segundo a ministra da Saúde, aquela Linha está a atender menos sete mil chamadas diárias do que o previsto.

"O que está contratualizado são, no mínimo, dez mil chamadas por dia. Estão a atender três mil", censurou Ana Jorge, à margem da inauguração das novas instalações no Centro Hospitalar de Gaia/Espinho.

A ministra explicou que o incumprimento não se deve apenas à gripe A e frisou que a empresa que gere o serviço (que resulta de uma parceria público-privada) já foi alertada para o problema há algum tempo.

"A linha não é só para a gripe, é para toda a orientação. Mesmo para o que está contratualizado, independentemente da gripe, o número de respostas é cerca de um terço. Não é a gripe que está a sobrecarregar a Linha. Ela não responde porque não foi capaz de se organizar para dar resposta àquilo que foi contratualizado", precisou.

Ana Jorge, que já terça-feira tinha referido a necessidade de haver uma "maior resposta" do serviço telefónico (808 24 24 24), explicou que as reuniões entre a empresa e a Direcção-Geral da Saúde "têm sido sistemáticas" e que o alerta para a necessidade de formação de técnicos já foi feito "há muito tempo".

Dizendo que, da parte do Ministério da Saúde, "tem havido toda a disponibilidade para melhorar" o serviço de atendimento, a ministra deixou o aviso: "Estamos no limite."

publicado por HF às 10:28
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