Gripe A (H1N1)
Noticias sobre a evolução da Gripe A em Portugal
24
Set 09

 

Um homem de 41 anos, infectado com o vírus da Gripe H1N1, morreu no Hospital de Santo António no Porto, tornando-se na primeira vítima mortal em Portugal - anunciou esta quarta-feira a ministra da Saúde. A vítima era um emigrante português em França, de férias em Portugal, que tinha um transplante renal há 14 anos e estava em rejeição do rim.

 

Segundo a ministra Ana Jorge, o doente estava internado no Hospital de Santo António desde 3 de Setembro, com prognóstico reservado, devido ao agravamento do quadro clínico de uma infecção bacteriana com pneumonia.

Antes, a vítima esteve internada numa unidade de saúde francesa com uma infecção bacteriana, tendo, a seu pedido, recebido alta no final do mês de Agosto e viajado para Portugal.

Desde que entrou no Hospital de Santo António, e de acordo com a ministra Ana Jorge, o doente manteve sempre uma situação clínica "grave com falência de vários órgãos".

Devido à existência de dois casos de infecção com o vírus H1N1 no serviço de infecto-contagiosas, o hospital efectuou análises a vários doentes, tendo o resultado, conhecido a 15 de Setembro, dado positivo no homem que faleceu hoje de manhã.

Numa conferência de imprensa sem direito a perguntas, a governante reiterou que se mantém todas as medidas até agora adoptadas para prevenção do vírus H1N1, referindo que os serviços e a população devem manter-se tranquilos e respeitar todas as instruções que têm sido difundidas.

"Esta gripe continua a apresentar padrões clínicos correspondentes aos inicialmente previstos", tranquilizou a ministra da Saúde.

Ana Jorge anunciou para sexta-feira, às 10h horas, mais esclarecimentos sobre este caso, numa conferência de imprensa a realizar no Hospital de Santo António, no Porto, com o corpo clínico que acompanhou o doente.

A ministra fez também esta quarta-feira novo balanço da situação da gripe A em Portugal.

No período entre 14 e 20 de Setembro foram diagnosticados 2.213 novos casos de síndrome gripal.

Nessa semana estiveram hospitalizados 20 doentes. Destes, 8 em unidades de cuidados intensivos, sendo que 5 já estavam internados na semana anterior.

Relativamente à situação clínica, a maioria dos casos diagnosticados não registou gravidade.

A maioria dos casos (88,3%) registou-se em Portugal Continental. Na Região Autónoma dos Açores verificaram-se 10,5% dos casos e 1,2% na Região Autónoma da Madeira.

O Ministério mantém o alerta aos cidadãos para, em caso de sintomas de gripe, contactarem de imediato a Linha de Saúde 24 (808 24 24 24) e seguirem as indicações que lhes são dadas.

O Ministério da Saúde faz, semanalmente, o ponto de situação da evolução da infecção da Gripe A no seu site. A mesma informação pode também ser consultada no Microsite da Gripe, no site da Direcção-Geral da Saúde.

 

publicado por HF às 08:37
23
Set 09

 

Com letras compostas pelos professores ou retiradas da Internet, os estabelecimentos estão a usar a música como receita para  ensinar as crianças a evitar o vírus H1N1

 

Os alunos e pais da Escola Básica de São Bruno, em Caxias, começaram o ano ao som do "Rap da gripe A", uma canção composta pelos professores para informar sobre os riscos da pandemia. Vários colégios do País, como o Infantário Pinóquio, em Leiria, estão a apostar em músicas de rimas fáceis para ensinar as mais novos a evitar beijos e abraços. Uma preocupação reforçada porque as crianças e jovens são um dos grupos mais afectados pelo H1N1. Além disso, são mais descuidados, facilitando a transmissão do vírus entre si.

"Sem abraço, sem beijinhos, sem aperto de mão. Não é desprezo, é apenas protecção", diz a letra adoptada no infantário leiriense, tirada de uma campanha da Turma da Mônica (ver caixa). "Começámos o ano com uma palestra para os pais, mas para as crianças precisávamos de uma forma mais simples de passar a informação. As educadoras acabaram por tirar esta canção da Internet", explica Paula Lopes, assistente da direcção do infantário, que tem 115 crianças. "No dia seguinte alguns pais disseram-nos que quando se iam despedir dos filhos eles respondiam a cantar que não queriam beijinhos.

A produção de canções sobre a gripe A é uma das iniciativas previstas no projecto "Ler +, agir contra a Gripe", lançado pelos ministérios da Saúde e da Educação. O objectivo é conseguir envolver os alunos na prevenção da pandemia através de actividades feitas por eles - incluindo livros, blogues e cartazes.

Nas escolas do agrupamento de São Bruno, os professores compuseram um rap que foi apresentado (e cantado) em todas as sessões de recepção com alunos e pais. " É mais fácil interiorizarem a informação daquelas 10 quadras do que lerem 30 páginas do plano de contingência", explica a professora Isabel Lourenço, da direcção do agrupamento. "A letra é da autoria do professor José Lopes, que é um dos responsáveis pela biblioteca, e a música da professora Heleida Monteiro. Optámos por ser em rap porque é um ritmo que os miúdos gostam e aprendem bem".

Para o pediatra Gomes Pedro, a gripe A deve ser explicada aos mais novos a partir dos três anos, mas o ideal é tornar a prevenção um jogo, já que "a criança é sensível à vitória e ao sucesso". As canções são também uma forma eficaz de as crianças memorizarem informação, regras e comportamentos adequados.

Outra iniciativa prevista pelo Ministério é o desenvolvimento de livro digitais. O primeiro, com texto de Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada e ilustrações de Nuno Feijão, chama-se "Nuno Escapa à gripe A". O segundo tem uma canção e até um teledisco. "Já sei que a gripe A chegou. Mas eu estou bem preparado: lavo mil vezes as mãos, a toda hora em todo o lado", diz o refrão da letra de Inês Pupo, disponível no site do Plano Nacional de Leitura.

Também a Comissão Nacional de Protecção de Crianças e Jovens em Risco (CNPCJR) está preocupada com o possível impacto da gripe A no funcionamento das Comissões de Menores.

Por isso, numa mensagem enviada às 282 Comissões, o presidente Armando Leandro sugere que estas preparem planos de contingência que indiquem locais de funcionamento alternativos, lembrando que o serviço não pode fechar. A Comissão recomenda também que seja pedida ajuda aos municípios.

publicado por HF às 18:27
23
Set 09

Quando o auge da primeira onda pandémica da gripe A (H1N1) atingir Portugal, o que se espera venha a acontecer neste Outono, serão poucos os portugueses vacinados e que tenham adquirido imunidade contra a doença, só alcançada cerca de duas a três semanas após a vacinação.

 

Os primeiros lotes de vacinas, em pequena quantidade, só deverão chegar a Portugal, na melhor das hipóteses, a partir de Outubro, e serão destinados prioritariamente e de forma faseada aos grupos de risco.

Conforme o director da Escola Nacional de Saúde Pública, Constantino Sakellarides, admite ao CM, apesar de toda a urgência que se tem colocado a nível internacional na produção da nova vacina, a cargo de alguns laboratórios em vários países, esta não chegará a tempo de os portugueses enfrentarem a primeira onda de pandemia. “É provável que haja uma primeira onda no Outono, e durante essa onda só uma parte dos portugueses estará vacinada, não chegará a tempo de vacinar todos os grupos de risco, já contávamos com isso.”

Segundo o especialista, o grande impacto da vacina será “dificultar a segunda onda, não permitir a propagação do vírus e criar imunidade de grupo”. As vacinas deverão chegar a Portugal a partir de Outubro.

O administrador hospitalar Manuel Delgado admite que possa haver “algum atraso” na imunidade para enfrentar a primeira onda, mas assegura que os serviços hospitalares estão preparados para um aumento de afluência dos utentes.

 

CARLA SILVA RECUPERA EM CELORICO

Carla Silva, uma das vítimas mais graves do vírus H1N1, já está a recuperar perto de casa e da filha bebé, em Celorico de Basto. "Quando a filha a viu, começou logo a rir", contou ao CM Artur Silva, marido de Carla.

A paciente deixou a unidade de infecto-contagiosas do Hospital de São João, no Porto, há uma semana. Carla, de 30 anos, pode agora ver Gabriela, de seis meses, diariamente, durante as visitas ao Centro de Fisioterapia de Celorico, onde ainda está internada para reabilitação. "Já fala bem e já anda, mas ainda tem pouca força nos braços", disse ao CM Artur Silva.

A jovem está curada da gripe A e da pneumonia associada. Falta saber ainda como foi infectada.

"Foi um susto muito grande, mas o pior já passou", referiu o marido. Artur queixa-se do atendimento no Centro de Saúde de Celorico de Basto e elogia o serviço da unidade de infecto-contagiosas do Hospital de São João.

 

GRIPE VISTA À LUPA

Duas doses da nova vacina deverão ser necessárias para as crianças com idades inferiores a dez anos, porque não têm um sistema imunitário maduro. Os adultos deverão ser vacinados com uma dose.

DOENTES

Os dois doentes internados na Unidade de Cuidados Intensivos do Hospital Curry Cabral, Lisboa, apresentam ligeiras melhoras. O jovem internado no Hospital de Faro continua em coma induzido.

15 de Setembro é a data da aprovação da nova vacina pela FDA, aautoridade americana do medicamento.

TÉCNICA DE PRODUÇÃO

A técnica de produção da nova vacina da gripe A é igual à da sazonal, pelo que é possível aos laboratórios acelerarem o processo de fabrico.

"O plano de contingência tem tido um papel importante na contenção da propagação, mas é difícil lutar contra os vírus", Meliço Silvestre, Epidemiologista

Cristina Serra/ M.T.
publicado por HF às 18:24
23
Set 09

Quatro alunos da Academia de Ávila, o maior complexo policial de Espanha, foram diagnosticados com o vírus H1N1, avançou esta quarta-feira o jornal 'El Mundo'.

 

Os alunos que ingressariam no Corpo Nacional da Polícia foram isolados, no entanto, a Academia acolhe cerca de 2800 pessoas, entre alunos e funcionários, o que torna o risco de contágio elevado.

publicado por HF às 18:22
23
Set 09

 

Músico norte-americano garantiu que não teve sexo com porcos, numa alusão ao vírus também conhecido por «gripe suína»

 

O norte-americano Marilyn Manson anunciou, na sua página do Facebook, que contraiu o vírus H1N1, mais conhecido por Gripe A.

O músico garante que o diagnóstico foi feito «por um médico a sério» e adiantou que não teve sexo com porcos, numa alusão à pandemia também conhecida como «gripe suína».

«Já sei que todos vão dizer que apanhei a doença ao f**** um porco. No entanto, o médico disse que as minhas escolhas passadas em relação às mulheres não contribuíram de forma alguma para que eu contraísse esta misteriosa doença», escreveu Manson.

Marilyn Manson e a sua banda estão actualmente em digressão pelo Canadá, seguindo depois para a Austrália e para o continente europeu.

A 1 de Dezembro, a Arena do Campo Pequeno receberá a apresentação do mais recente álbum «The High End of Low». O disco já foi apresentado em Portugal num concerto no Coliseu do Porto, no passado mês de Junho.

 

publicado por HF às 18:19
23
Set 09

A DGS (Direcção Geral de Saúde), está a enviar uma mensagem para todos os numeros de telemóvel registados, com a seguinte mensagem:

 

"Com sintomas de gripe fique em casa e ligue 808242424 ou contacte o seu médico. Reforce as medidas de higiene. Evite contagiar outros. Consulte www.dgs.pt"

publicado por HF às 13:58
22
Set 09

A directora-geral da Organização Mundial de Saúde (OMS) indicou hoje que, aparentemente, o vírus da Gripe A H1N1 não evoluiu para uma forma mais grave e salientou que o desenvolvimento das vacinas segue o seu curso.

 

"Até agora, as vacinas revelaram-se muito eficazes", declarou Margaret Chan, na abertura da reunião anual da OMS para a região do Pacífico Ocidental, em Hong Kong.

"O vírus pode sofrer mutações a qualquer momento, mas desde Abril que podemos constatar, a partir de dados fornecidos por laboratórios do mundo inteiro, que o vírus é muito similar (ao seu estado anterior)", indicou Chan.

Três mil milhões de doses de vacinas poderão ser produzidas cada ano, frisou a responsável pela OMS, precisando que a China começou já a vacinar a sua população.

Apenas os pacientes de alto risco, como as pessoas idosas, os obesos e as pessoas com doenças crónicas poderão ser fortemente afectadas pelo vírus, acrescentou.

Hong Kong, que esteve na primeira linha face à epidemia da pneumonia atípica (SARS) em 2003 e que está em estado de alerta face à gripe aviária, tomou uma série de medidas estritas para combater a gripe A, nomeadamente um reforço dos controlos fronteiriços.

Margaret Chan foi responsável pelos serviços de saúde de Hong Kong durante nove anos, e geriu neste cargo as crises da gripe aviária e da pneumonia atípica.

A semana passada, a OMS anunciou que pelo menos 3.486 pessoas já tinham morrido em todo o mundo devido à gripe A H1N1 desde que este vírus foi identificado, em Março deste ano.



Lusa

 

publicado por HF às 13:19
22
Set 09

Por Jack Soifer, jackfer@sapo.pt
Com um bom escritório de advocacia, pode ficar milionário num ano. Basta fazer como a Gilead, dos EUA: compre a patente de um qualquer antiviral. Espalhe, entre a população mal-alimentada de um país pobre, o México, uma nova estirpe de virus da gripe, para o qual a sua patente seja um pouco melhor. Faça seu sócio o genro de um lobista, como o do ex-ministro de George W. Bush, Donald Rumsfeld.

O ministro declara a urgência de vacinar contra a gripe  A, sem dizer que novas estirpes aparecem cada cinco anos. Impeça a informação dos médicos e da renomada New England Journal of Medicine de chegar à TV e à radio. Espalhe nos media que esta gripe mata, sem dizer que só mata quem tem a auto-imunidade fragilizada por alguns aditivos químicos em alimentos.
Impeça as TV, devido ao seu pré-trabalho com a agência de publicidade ligada ao patrão da maior TV, de dizer que a gripe aviária, então uma terrível pandemia, só matou 250 pessoas. E que a gripe normal mata meio milhão por ano. Faça a sua Gilead ceder o fabrico do antiviral ao maior laboratório do mundo, com sede num paraíso fiscal. Assuste ministras competentes, mas em ministérios fragilizados, dominados pelo lobbies.
Os cientistas estão fartos de publicar, desde 2008, que a gripe A é igual às outras. A vacina só fortalece a auto-imunidade, não impede a virose. Há vários antivirais contra a gripe A. O virus enfraquece, mas ainda não matou um ‘normal'; morrem de outras doenças. Fala-se de vacinar milhões de crianças e idosos, mas os efeitos fatais são em mal-alimentados adultos de 20 a 40 anos. Com povo nutrido, informado e limpo não se venderão as 100 milhões de doses que farão pessoas da estirpe de Rumsfeld dominarem os espertos que nos dominam. Se a gripe A é grave, por que a Organização Mundial de Saúde não a declara calamidade e autoriza fabricar genéricos?
 
publicado por HF às 11:19
21
Set 09

Os brinquedos difíceis de lavar devem ser retirados das salas de espera dos serviços de saúde devido ao risco de contágio com a gripe A, defendem alguns pediatras, mas outros alertam para o "mundo de medo" que esta medida pode criar.

 

O Hospital da Luz, em Lisboa, optou por abolir os brinquedos das salas de espera. À entrada destes recintos, um folheto informa que a medida se deve aos riscos de contágio com a gripe A (H1N1).

Para a Sociedade Portuguesa de Pediatria (SPP), não é necessário retirar todos os brinquedos dos espaços, embora alguns devam sair: os de difícil lavagem, como peluches, as piscinas de bolas e os que têm peças de pequenas dimensões ou material não lavável.

"Os outros brinquedos podem ser utilizados, desde que a sua lavagem seja reforçada", explica à Lusa a pediatra Maria João Brito.

A SPP recomenda que a limpeza dos brinquedos seja realizada com "desinfectantes comuns de limpeza doméstica que permitam a destruição do vírus e de seguida passados por água limpa", lembrando que, "tal como para outras situações, devem ser seguidas as normas de bom senso e de controlo de infecção e segurança em geral".

Muito antes de se falar da gripe A, já o hospital pediátrico Dona Estefânia, em Lisboa, optara por retirar os brinquedos das suas salas de espera na urgência e nas consultas externas.

A justificação, enviada à agência Lusa, prende-se com questões de "higiene e segurança".

O director-geral da Saúde respeita a opção das unidades de saúde em manter ou retirar os brinquedos, embora reconheça que, se estes forem limpos, os riscos de contaminação são menores.

"Há medidas pontuais, previstas nos planos de contingência, que implicam a limpeza de mesas, brinquedos, maçanetas de portas ou corrimões que visam travar a transmissão indirecta do vírus da gripe", disse à Lusa Francisco George.

Em seu entender, apesar da principal via de transmissão do vírus ser "a respiração", a transmissão indirecta (por superfícies) também tem de ser "levada em consideração".

"Bom senso" é a recomendação do pediatra Luís Almeida Santos, do Hospital de São João, no Porto.

Para este especialista, basta que os brinquedos sejam limpos "regularmente" e de uma forma "mais apurada".

Apesar de reconhecer que os brinquedos que sejam mais difíceis de lavar devem deixar de estar nas salas de espera, o pediatra adverte para o risco de medidas deste tipo transformarem o ambiente pediátrico em "paredes lisas de prisões".

Para o pediatra Mário Cordeiro, retirar brinquedos dos espaços dedicados às crianças significa "criar um mundo de medo".

"Duvido que nos livre da gripe A, não criará hábitos higiénicos para prevenir todas as outras infecções e deixa as crianças com outra doença: o tédio, a monotonia e o receio", considera.

Este pediatra defende apenas que se adoptem "procedimentos de limpeza" dos brinquedos, lembrando que, nas salas de espera, as crianças brincam, tocam-se, respiram umas para cima das outras e o ar, com as janelas fechadas, também contém partículas virais.

"As medidas de higiene devem ser as que sempre foram: manter os materiais e brinquedos limpos, evitar aqueles que são de mais difícil lavagem e tentar não misturar crianças saudáveis com crianças que possam ter uma infecção respiratória", sublinha.

Para este especialista, o facto de existir um ambiente pandémico pode ser uma oportunidade "para adquirir hábitos e mantê-los".

Contudo, Mário Cordeiro questiona algumas medidas que estão a ser tomadas, "que confundem vacinas com antivirais e lavagem das mãos com desinfecção".

"Às vezes penso se devemos temer o H1N1 ou certas almas lusas", ironiza.

Lusa

 

publicado por HF às 09:35
20
Set 09

 

A Associação dos Cegos e Amblíopes de Portugal está a preparar documentação em Braile sobre a gripe A. O objectivo é informar melhor a população invisual, que, sujeita a recorrer ao tacto constantemente, é aconselhada a reforçar os cuidados de higiene.

O vírus H1N1 contaminou, durante a última semana mais de 2 mil portugueses. A ACAPO, citada pela Renascença, sublinha a necessidade de uma atenção especial por parte dos cegos, para que lavarem as mãos com cada vez mais frequência.

publicado por HF às 16:22
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