Gripe A (H1N1)
Noticias sobre a evolução da Gripe A em Portugal
15
Set 09

Perto de 40 por cento dos mortos devido à gripe A H1N1 ou dos atingidos pela variante mais grave da doença são pessoas geralmente de boa saúde e bastante jovens, indicou hoje um especialista da Organização Mundial de Saúde (OMS).

 

"Quarenta por cento dos casos de doença mais graves, assim como dos casos mortais atingem as pessoas que são consideradas como geralmente de boa saúde", explicou Sin Lun Tam, um especialista da OMS convidado para a conferência europeia das doenças pulmonares a decorrer até quarta-feira em Viena.

Adiantou que mais de metade das pessoas atingidas pelas formas mais graves desta gripe têm 20 anos ou menos.

Na Austrália e nos Estados Unidos a taxa de crianças entre os casos dos doentes mais gravemente atingidos pelo vírus, "de que não se conhece exactamente a origem", foi a mais elevada, indicou ainda o especialista.

Por outro lado, segundo o especialista, 15 a 30 por cento dos doentes hospitalizados têm de ser internados nos serviços de cuidados intensivos e a infecção com o vírus H1N1 "leva mais frequentemente a complicações pulmonares que em casos das gripes sazonais habituais".

A taxa de mortalidade é mais elevada nos grupos de pessoas entre os 25 e os 49 anos ou mais velhos, de acordo com as últimas estatísticas da OMS.

Até 11 de Setembro, a OMS tinha registado no mínimo 3.205 mortes desde o aparecimento do vírus H1N1 em Março e Abril.

Lusa

 

publicado por HF às 13:45
14
Set 09

Uma carta confidencial do Governo britânico para médicos directores de departamentos de neurologia foi revelada ao jornal "The Mail":

 
A vacina contra a Gripe Suína pode causar uma doença nervosa fatal.
 
Segue um excerto da noticia:
 

Swine flu jab link to killer nerve disease: Leaked letter reveals concern of neurologists over 25 deaths in America

 

 

A warning that the new swine flu jab is linked to a deadly nerve disease has been sent by the Government to senior neurologists in a confidential letter.

 

The letter from the Health Protection Agency, the official body that oversees public health, has been leaked to The Mail on Sunday, leading to demands to know why the information has not been given to the public before the vaccination of millions of people, including children, begins.
 

It tells the neurologists that they must be alert for an increase in a brain disorder called Guillain-Barre Syndrome (GBS), which could be triggered by the vaccine.

GBS attacks the lining of the nerves, causing paralysis and inability to breathe, and can be fatal.
 

The letter, sent to about 600 neurologists on July 29, is the first sign that there is concern at the highest levels that the vaccine itself could cause serious complications.

It refers to the use of a similar swine flu vaccine in the United States in 1976 when:
 

  • More people died from the vaccination than from swine flu.
  • 500 cases of GBS were detected.
  •  The vaccine may have increased the risk of contracting GBS by eight times.
  • The vaccine was withdrawn after just ten weeks when the link with GBS became clear.
  • The US Government was forced to pay out millions of dollars to those affected.

Concerns have already been raised that the new vaccine has not been sufficiently tested and that the effects, especially on children, are unknown.

It is being developed by pharmaceutical companies and will be given to about 13million people during the first wave of immunisation, expected to start in October.

Top priority will be given to everyone aged six months to 65 with an underlying health problem, pregnant women and health professionals.

The British Neurological Surveillance Unit (BNSU), part of the British Association of Neurologists, has been asked to monitor closely any cases of GBS as the vaccine is rolled out.

One senior neurologist said last night: ‘I would not have the swine
flu jab because of the GBS risk.’
 

There are concerns that there could be a repeat of what became known as the ‘1976 debacle’ in the US, where a swine flu vaccine killed 25 people – more than the virus itself.

A mass vaccination was given the go-ahead by President Gerald Ford because scientists believed that the swine flu strain was similar to the one responsible for the 1918-19 pandemic, which killed half a million Americans and 20million people worldwide.

 

 

 

 

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publicado por HF às 14:24
14
Set 09

Vila Real de Santo António, 14 Set (Lusa) - A procura de Tamiflu por espanhóis nas farmácias portuguesas junto à fronteira em Vila Real de Santo António tem sido reduzida, apesar de o medicamento não ser vendido em Espanha.

 

Das três farmácias existentes em Vila Real de Santo António, cidade algarvia que faz fronteira com Ayamonte, apenas uma foi abordada por dois espanhóis que procuravam o medicamento para tratar a gripe A (H1N1), mas estes foram informados de que só o poderiam adquirir mediante apresentação de receita médica.

"Tivemos dois casos de espanhóis que procuravam comprar Tamiflu [nome comercial da substância activa Oseltamivir], mas nós não vendemos, porque é necessário ter receita médica", disse à Lusa a directora técnica de uma das farmácias, Liliana Pesaresi.

A mesma fonte acrescentou que, "fora esses casos, não se tem registado grande procura desse medicamento por parte de espanhóis".

Esta tem sido a tendência verificada também nas outras duas farmácias, com excepção de "um caso de uma espanhola que trazia receita e levou o medicamento", adiantou Ângelo Marques, farmacêutico que trabalha noutro estabelecimento.

"Foi o único caso de alguém que veio cá à procura do Tamiflu, mas trazia uma receita espanhola, por isso foi atendida e levou o medicamento",contou, precisando que "o medicamento é vendido com receita portuguesa, mas se for de Espanha ou de França também é dispensado".

Outro funcionário da farmácia, que pediu anonimato, acrescentou que "não tem havido casos de espanhóis à procura desse medicamento" e considerou que a procura, mesmo entre os portugueses, "é baixa".

"Já trabalho em farmácia há muito tempo e, que me recorde, este até foi dos anos em que se venderam menos antigripais normais. Já houve anos em que a gripe sazonal teve mais impacto e houve uma maior procura destes medicamentos do que está acontecer agora com a gripe A", comparou a mesma fonte.

Na terceira farmácia "não houve casos de espanhóis à procura do Tamiflu", garantiu um dos funcionários, Luís Marques, enquanto um colega manifestava a sua concordância e estranheza por o medicamento não ser vendido nas farmácias espanholas.

"Não tive nenhum espanhol aqui à procura de Tamiflu. Nós só o vendemos com receita médica", frisou.

MHC.

Lusa/fim.

 

publicado por HF às 14:05
14
Set 09

Milhares de alunos estão de regresso à escola para o início de mais um ano lectivo com a ameaça de gripe A no horizonte. O repórter Nuno Guedes passou por algumas escolas na zona de Lisboa e ouviu garantias de que não falta nada, mas ficou com a ideia de que há escolas melhor preparadas do que outras.

 

Foi na escola básica José Cardoso Pires, na Amadora, que o Governo apresentou o plano de contingência contra a gripe para o regresso às aulas.
 

Neste estabelecimento de ensino, as aulas só começam amanhã, mas os funcionários garantem que está tudo preparado.

O recinto está praticamente vazio, mas como explica a auxiliar Prazeres Rocha, todos têm de desinfectar as mãos à entrada numa pequena caixa com um desinfectante especial à base de alcool.

Nas outras 4 escolas visitadas pela TSF ninguém quis gravar declarações, mas todos os funcionários garantem que tudo está preparado.

A escola onde foi apresentado o plano contra a gripe foi no entanto a única com desinfectante à porta.

Ali bem perto, a menos de um quilómetros, o cenário é claramente diferente. A escola está já cheia de alunos à espera das aulas de apresentação, só que ninguém lava as maos.

Mesmo assim alguns funcionários explicaram que lá dentro estão mecanismos preparados para evitar a gripe.

A limpeza das mãos não acontece à porta, como na escola visitada pelo Governo, mas apenas dentro das salas de aula. E em vez de desinfectante à base de alcool, os alunos têm apenas à espera sabonete líquido.

 

 

publicado por HF às 13:59
13
Set 09

Apenas um em cada três doentes com gripe A confirmada laboratorialmente está a receber o anti-viral Tamiflu, medicamento que é administrado gratuitamente e provém da reserva estratégica portuguesa, revelou à Lusa o director-geral da Saúde.

 

De acordo com Francisco George, este fármaco apenas é prescrito em "determinadas condições" e sempre que o médico opte por essa administração.

O especialista em saúde pública adiantou que a eficácia do medicamento está hoje mais evidente cientificamente do que antes da pandemia do vírus H1N1.

"Há hoje resultados mais positivos dos que tínhamos no início", disse.

Francisco George adiantou que a reserva estratégica de Tamiflu já começou a ser utilizada e é dali que provêm os anti-virais que são administrados através do Serviço Nacional de Saúde (SNS).

Também os medicamentos administrados como medida profiláctica aos contactos próximos dos doentes são provenientes da reserva.

A reserva portuguesa de Tamiflu conta com 2,5 milhões de tratamentos, que custaram 25 milhões de euros.

Utentes não devem recorrer à auto-medicação

Além desta reserva, o medicamento também se encontra à venda em farmácias, mas Francisco George reiterou que os utentes não devem recorrer à auto-medicação e devem respeitar a decisão dos médicos.

Francisco George explicou que, actualmente, a confirmação laboratorial da gripe A só é feita em alguns casos.

"As análises de confirmação são feitas numa rede de oito laboratórios, coordenada pelo INSA, apenas a doentes com critérios de internamento, em crianças com menos de um ano de idade, a grávidas e a grupos de maior risco, como doentes crónicos", sublinhou.

Por essa razão, a contabilidade dos casos de gripe refere-se agora a "sintomas gripais", sendo que, entre 31 de Agosto e 06 de Setembro, foram diagnosticados 2390 casos novos em Portugal.

Francisco George frisou que, neste momento, não há outras estirpes de gripe a circular com igual intensidade, além de que "a estirpe gripal é extremamente rara no Verão".


Lusa

publicado por HF às 16:20
13
Set 09

Mais de 1.200 pessoas com suspeitas de gripe A passaram pelo Serviço de Atendimento da Gripe (SAG) Oriental desde que abriu, faz segunda-feira um mês.

 

O SAG oriental apenas atende utentes da cidade de Lisboa com suspeita de gripe A. Por essa razão, utentes e profissionais têm cuidados reforçados de prevenção, sendo os primeiros convidados a lavar e desinfectar as mãos logo à entrada do SAG.

A directora executiva do Agrupamento de Centros de Saúde (ACES) de Lisboa Oriental, a que pertence este SAG, contou à Lusa que os utentes têm respeitado de forma ordeira as orientações que lhes são dadas.

"Os utentes entendem a importância de se protegerem e protegerem os profissionais que os atendem", disse Margarida Fragoso Mendes.

Da parte dos profissionais, as principais medidas de prevenção que os distingue dos que trabalham num centro de saúde apenas se registam na altura de utilizar a zaragatoa para colher material biológico para posterior confirmação laboratorial da gripe A.

Nesses casos, os médicos têm de estar cobertos, incluindo com viseiras.

As colheitas eram realizadas a todos os casos suspeitos até 21 de Agosto, altura em que as orientações técnicas recomendaram a confirmação laboratorial da gripe A apenas nos doentes pertencentes a grupos de risco.

Ao SAG Oriental, que abriu a 14 de Agosto, chegam essencialmente doentes encaminhados pela linha Saúde 24, por iniciativa própria ou recomendação de médicos que os atenderam num outro serviço de saúde.

Os casos de gripe A confirmados neste espaço corroboram os que são identificados em todo o mundo: na maioria com menos de 30 anos.

Desde que começou a funcionar, já foram atendidas neste SAG 1293 pessoas, a uma média de 50 por dia, para as quais estão a trabalhar dois médicos, dois enfermeiros e um administrativo.

A forma como o SAG vai continuar a funcionar ainda não está definida, até porque, como explicou Margarida Fragoso Mendes, "o que hoje foi decidido pode ser alterado dentro de dias ou semanas, consoante as orientações das autoridades de saúde mundiais", como a Organização Mundial de Saúde (OMS).

A responsável pelo ACES de Lisboa oriental considera, contudo, que as medidas preconizadas para a gripe A vão deixar "uma semente", nomeadamente ao nível dos atendimentos.

"Esta ideia do 'antes de ir, telefone' poderá ser benéfica para, no futuro, evitar idas desnecessárias aos serviços de urgência", adiantou.

Por outro lado, também as medidas de prevenção, como a ênfase numa higiene correcta das mãos e a etiqueta respiratória poderão perdurar no futuro, "sobretudo nas crianças, que são quem melhor assimila estas mensagens", sublinhou.

O grande desafio para os profissionais de saúde que trabalham neste SAG "continua": "ter capacidade de adaptação para responder positivamente ao objectivo de mitigação do número de contactos e protecção dos grupos de risco", concluiu.


Lusa

 

publicado por HF às 16:17
11
Set 09

A estirpe do vírus da gripe A H1N1 que circula em Portugal é a mesma para a qual estão a ser produzidas vacinas, o que pressupõe a eficácia desta medida profiláctica, revelou fonte do Instituto Ricardo Jorge.

 

 

 

De acordo com a responsável da unidade de referência e vigilância epidemiológica do Departamento de Doenças Infecciosas do Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge (INSA), Cristina Furtado, esta conclusão surgiu após Portugal ter enviado as amostras de vírus recolhidas nos doentes portugueses.

A cultura do vírus foi feita no laboratório do INSA, o único em Portugal com esta capacidade, e enviada para os laboratórios da Organização Mundial de Saúde (OMS).

Após caracterização do vírus, a OMS concluiu que a estirpe que circula nos doentes portugueses "é a inicial", o que significa que "ainda não teve qualquer mutação".


De acordo com Cristina Furtado, trata-se da Estirpe A/-california-7-2009, a mesma que é recomendada para a vacina que está a ser produzida e para a aquisição da qual Portugal já fez uma reserva.

Cristina Furtado considera que esta é uma "muito boa notícia", pois garante eficácia à vacina que está a ser produzida e que deverá proporcionar imunidade ao vírus da gripe A H1N1.

A mutação do vírus H1N1 é a grande preocupação das autoridades no que diz respeito à validade da vacina, mas numa entrevista à Lusa em Julho, a ministra da Saúde revelara que as vacinas encomendadas por Portugal poderão ser aproveitadas mesmo que o vírus sofra uma mutação.

Ana Jorge explicou nessa altura que a possibilidade de o vírus sofrer uma mutação é uma preocupação "comum a todos os países", mas explicou que em caso de mutação "a única coisa que não é aproveitada é a própria vacina, que é o mais barato", adiantou, abrindo a possibilidade a que os seus componentes possam vir a ser reutilizados de alguma forma.

O INSA revelou também hoje que o seu trabalho ao nível da qualidade de diagnóstico laboratorial foi recentemente avaliado pela Organização Mundial de Saúde (OMS), tendo os resultados obtidos sido "cem por cento positivos".

Para esta avaliação, o INSA recebeu da OMS várias amostras de vírus, entre os quais do H1N1.

As amostras foram analisadas pelos investigadores do INSA, segundo "os protocolos laboratoriais actualmente em utilização no laboratório e os resultados enviados posteriormente à OMS".

Esta avaliação externa da qualidade concluiu que os resultados obtidos pelo INSA foram os correctos, posteriormente confirmados pela OMS.

O INSA coordena uma rede de oito laboratórios para o vírus da gripe A H1N1, demorando actualmente cerca de 24 horas a dar o resultado da análise.

Desde Abril, o INSA em Lisboa analisou cerca de 5.000 amostras para o H1N1.

Lusa

 

publicado por HF às 01:15
11
Set 09

O encerramento das escolas para travar a propagação da gripe A é sobretudo eficaz no início da epidemia, antes mesmo que 1% da população seja infectada pelo vírus H1N1, recomenda a Organização Mundial de Saúde. O balanço foi hoje também actualizado: o vírus H1N1 matou pelo menos 3.205 pessoas em todo o Mundo desde que foi detectado, entre Março e Abril de 2009.

 

A decisão de encerrar escolas perante a hipótese de propagação do vírus “é muito complicada” e “depende muito do contexto”, refere a OMS em comunicado. “Os estudos sugerem que o encerramento das escolas traz mais benefícios no princípio de uma epidemia, idealmente, antes que 1% da população fique doente”, explica a organização.

“A experiência mostra-nos que as escolas têm contribuído para a propagação do vírus, tanto na própria escola como na comunidade”, pelo que, “o encerramento das escolas poderia reduzir de 30 a 50% a procura de cuidados médicos no pico da pandemia”, considera a OMS, ancorando-se em experiências em vários países de ambos hemisférios, modelos matemáticos e experiência decorrente de outras epidemias.

 

Pesar bem os prós e os contras

A OMS chama no entanto a atenção para “cada caso é um caso” pelo que cada país terá de pesar bem os custos e os benefícios do encerramento das escolas.

“Ao tomar tal decisão, as autoridades educativas e sanitárias têm de estar conscientes dos custos económicos e sociais, que podem ser desproporcionalmente superiores comparados com os potenciais benefícios” do encerramento das escolas, alerta a OMS.

“O maior custo económico resultará do absentismo laboral – dos pais ou cuidadores que terão de ficar em casa a cuidar das crianças”. Com base nos estudos, o encerramento das escolas conduzirá a um absentismo laboral na ordem dos 16%, além das normais ausências por doença.

“Paradoxalmente, o encerramento das escolas levará à diminuição da procura dos cuidados médicos, mas também reduzirá a oferta de cuidados de saúde dado que muitos médicos e enfermeiros são pais de crianças em idade escolar”, sublinha a OMS.

O hemisfério Norte prepara-se para a segunda vaga de gripe A com a chegada da estação fria que coincide com o início do ano lectivo.

3.205 mortos em todo o Mundo

O vírus H1N1 matou pelo menos 3.205 pessoas em todo o Mundo desde que foi detectado, entre Março e Abril de 2009, anuncia hoje a OMS.

Isto representa um aumento de 368 mortes em relação ao último balanço, publicado há uma semana pela organização, e é a primeira vez que o número ultrapassa a barreira das 3.000 pessoas infectadas mortalmente pela gripe A.

O vírus A H1N1 "continua a ser o vírus gripal dominante em circulação, tanto no hemisfério Norte, como no hemisfério Sul", adianta a OMS.

Em média, 76,1% dos novos casos de gripe registados no mundo devem-se a este vírus, de acordo com os dados da OMS. Na passada semana, este número era de apenas 61%.

Apesar de, nas regiões temperadas do Sul, a actividade gripal continuar a diminuir, nas regiões temperadas do hemisfério Norte a actividade é "variável", referem os especialistas.

"Nos Estados Unidos, são assinalados aumentos regionais da actividade gripal, em particular nos Estados do Sueste. A maioria dos países europeus regista uma actividade fraca ou moderada da doença, mas algumas zonas da Europa de Leste começam a registar aumentos de actividade" gripal, diz a OMS.

publicado por HF às 01:13
11
Set 09

O campeonato chinês de futebol poderá ser suspenso se o vírus da gripe A (H1N1) se propagar entre os clubes, admitiu uma fonte da Federação chinesa da modalidade, citada hoje na imprensa oficial.

 

O jogo de domingo entre o Chongqing Lifan e o Hangzhou Lychegn foi, entretanto, adiado, depois de oito jogadores do primeiro clube terem sido confirmados como infectados pelo vírus da gripe A (H1N1).

Toda a equipa do Chongqing, incluindo o treinador, o holandês Arue Haan, foram colocados em quarentena, disse o maior jornal desportivo chinês, Titan.

Uma fonte da federação, citada pelo mesmo jornal, adiantou que a liga poderá parar se o vírus vier a afectar metade das equipas.

Até segunda-feira, tinham sido registados no continente chinês apenas 5.592 casos de infecção pelo vírus da gripe A (H1N1), cerca de 70 por cento dos quais já tinham recuperado, e nenhuma vítima mortal.

Mas, um responsável do ministério chinês da Saúde alertou hoje que dezenas de milhões de pessoas podem vir a ser infectadas nos próximos meses e que casos de morte "são inevitáveis".

"De acordo com estimativas de especialistas, o nosso país deverá registar várias dezenas de milhões de pessoas infectadas com a gripe A (H1N1) durante o Outono", disse Liang Wannian, subdirector do departamento de emergência do Ministério da Saúde.

As autoridades chinesas já aprovaram a produção de uma vacina contra a gripe A (H1N1) por empresa local, a "Panflu 1", que se tornou também a primeira do Mundo certificada para uma inoculação em massa.

Na semana passada, o presidente da Sinovac, que fabrica a "Panflu 1", disse que a empresa tem capacidade para produzir cinco milhões de doses até ao final de Setembro e 20 a 30 milhões por ano.


Lusa

publicado por HF às 01:10
11
Set 09

Cientistas norte-americanos e australianos concluíram que apenas uma dose da vacina contra a gripe A H1N1 pode ser suficiente para proteger os adultos, com o organismo a ficar protegido no máximo até dez dias após a inoculação.

 

Os resultados foram apresentados quinta-feira pela fabricante australiana de vacinas CSL, com o estudo desenvolvido pela empresa a concluir que entre 75 e 96 por cento das pessoas vacinadas devem ficar protegidas com apenas uma dose, a mesma eficiência da vacina contra a gripe sazonal.

Dados dos Institutos Nacionais de Saúde norte-americanos a divulgar hoje devem corroborar esta informação e demonstrar que a vacina começa a fazer efeito rapidamente, segundo o responsável Anthony Fauci, citado pela Associated Press.

Sendo necessária apenas uma dose, as pessoas terão de ser vacinadas duas vezes, uma para a gripe A H1N1 e outra para a gripe sazonal.

Vários cientistas em todo o mundo previam que fossem necessárias duas doses da vacina para que a protecção contra este vírus fosse efectiva, devido à especificidade do vírus.

Sendo necessária apenas uma dose, os custos para os governos e pessoas descem consideravelmente e é libertado um grande número de doses, que servirão para proteger um maior número de pessoas que o inicialmente previsto.

O estudo sobre a aplicação da vacina nas crianças ainda não está concluído.

O estudo da CSL, um dos grandes fornecedores de vacinas para os EUA, foi realizado em 240 adultos, com metade dos testados a serem maiores de 50 anos.

Anthony Fauci confirmou que os resultados do estudo dos norte-americanos, que será divulgado hoje, confirmam a tese de que apenas uma dose é necessária e que as pessoas começam a estar protegidas entre oito a dez dias após tomarem a vacina.

A ministra da Saúde portuguesa, Ana Jorge, referiu esta semana que se se confirmar que apenas será necessária uma dose para a gripe A, vacina poderá chegar a mais pessoas, "podendo-se alargar os grupos de risco".


Lusa

 

publicado por HF às 01:09
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